Mídia Digital Agência de Comunicação On-line

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Saiba a importância do Search Engine Optimization

14/05/2008 - 10:28 - Geral, SEO

Você sabe como fazer para que um site apareça em primeiro lugar na lista de busca dos principais sites de pesquisa: Google, MSN Search ou Yahoo?

Para que isso aconteça, é necessário que existam palavras-chave que retornem as buscas para os sites que tenham maior relevância. E para que as posições sejam melhoradas a cada dia foi criado o SEO (Search Engine Optimization), cuja função é a de melhorar o posicionamento de uma página na Web por busca natural não paga desses principais sites. Para isso, usa-se a análise de páginas e o trabalho do Link Building. A finalidade é tornar as páginas dos sites acessíveis ao sistema de leitura e indexação dos buscadores.

O trabalho do SEO pode ser dividido em duas grandes partes: elementos on-page (internos) que são pontos relacionados à estrutura do site, como URLs claras, títulos de página não repetidos e a correta utilização de tags HTML, e elementos off-page (externos), que é a parte que analisa como é a relação do site com outros sites da Web.

E o que é o Link Building (LKB)?

É uma das etapas mais importantes do processo de SEO, pois é a ação de criação e distribuição de links pela Web.

Como os motores de busca funcionam basicamente mapeando os links que apontam e saem de cada página para então classificá-las, cabe ao trabalho de LKB promover o site acima da concorrência, além de melhorar a confiança do Google sobre a página na avaliação de Page Rank (conjunto de algoritmos usado que determina a relevância de uma página na Web). É preciso deixar claro que isso acontece apenas quando feito em técnicas lícitas e honestas, os chamados trabalhos White Hat. Outra vantagem do LKB é melhorar os posicionamentos e mais acessos gratuitos.

Quanto mais links de qualidade um site possui apontando para ele, melhor sua reputação e, conseqüentemente, melhor seu posicionamento.

CLIENTES

Um dos maiores clientes da equipe de SEO da Mídia Digital é o BuscaPé, o maior portal de anúncios classificados da América Latina. Desde 2007, a equipe realiza a otimização na busca orgânica e das páginas do site, além de serviços de análise de nomenclatura das URLs, redefinições das tags (informações colocadas em uma página HTML), arquitetura interna dos links e a reestruturação de todo o conteúdo de redação.

Outro cliente que rendeu a Mídia Digital muita experiência foi a Construtora Tecnisa, líder em Construção Civil de São Paulo. Cliente desde 2006, a Tecnisa é um dos cases de sucesso da equipe de SEO. As ações de otimização e criação de meta tags para todos os imóveis, páginas dos sites, estrutura interna dos links, blog e press releases da empresa resultou no aumento considerável no número de links que apontam para o site e no acesso de buscas orgânicas da empresa, o que fez aumentar diretamente também as vendas dos empreendimentos da empresa.

Há dois ou três anos, tudo isso era novidade para todo o mundo. Na Mídia Digital a primeira conta de SEO foi fechada em 2006, e hoje, a própria difusão no mercado já faz com os clientes percebam a necessidade de melhorar a posição do seu site nos buscadores.

Essa é uma área que deve ser levada a sério, e a Mídia Digital leva!

Por Uanilla PivetaFeed do artigo Sem comentários

Qualificando a web

27/02/2008 - 10:42 - Web 2.0, Tendências, Geral, Web Standards

O “bum!” dessa tal de Web 2.0 está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é Web 2.0 pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e web services. Mas calma! Vamos respirar fundo e pensar onde tudo isso pode nos levar. Todas essas tecnologias e novidades são ótimas e com certeza elas já estão fazendo parte do nosso dia-a-dia. Precisamos saber o que está faltando e como aprimorar a Web. A aceleração tecnológica na internet - como também da comunicação - impulsionada até agora pela quantidade, chega ao seu termo, onde já é preciso um adicional qualitativo que organize, dê sentido, coordene integralmente a Web com a comunicação em todos os sentidos (o efeito invariável do processo pelo desenvolvimento da interatividade do qual não só assistimos como dele fazemos parte). E como falar de comunicação sem essa organização, sem o elemento semântico? Cada palavra real é uma chave-símbolo; cada ponto, a marcação das coordenadas no espaço e no tempo da frase e daquilo a que ela se refere. É impossível qualquer comunicação sem essa ordem. Logo a Web pedirá convenções como a linguagem real, um dia, pediu as suas (a passagem da forma falada para a forma escrita). Pedirá porque a comunicação virtual a integrará dentro de si.

Independente de qual tecnologia dos servidores está sendo usada, devemos nos preocupar com o quê o navegador está disponibilizando aos usuários! E é ai, exatamente nesse ponto, que entram os padrões Web (Web Standards), e assim começa a nossa conversa.

O W3C, responsável por criar os Web Standards, desenvolve tecnologias focadas no client-browser, para que com isso seus produtos possam se relacionar diretamente com os usuários, e tudo isso sem fins lucrativos.

Então pense: o que temos até agora é uma Web cheia de interatividade e os vários padrões e diretrizes totalmente focados nos usuários. Podemos integrá-los!

A idéia: unir essas duas ideologias focando em obter resultados que sejam agradáveis a todos, e com isso levar a Web ao seu potencial máximo.

O futuro da Web está relacionado com padrões e semântica. A nossa querida Web 2.0 necessita de padrões, e o momento tão esperado que estamos aguardando é quando ela vai estar harmonizada com os Web Standards. Aí então estaremos na nova geração da Web: a famosa Web 3.0 será o período onde a preocupação serão os dados semânticos.

A Web 2.0 e os Web Standards se relacionam perfeitamente. Afinal, toda essa história de Web 2.0 e Web 3.0 já existe há muito tempo - apenas não foi muito aplicada e reconhecida. Igual à história do Ajax, que já existia há alguns anos, antes mesmo de ser titulado como Ajax.

Querendo ou não, dado o futuro da internet, eis o que há de ser feito:

Web 2.0: Relacionamento e colaboração do usuário.

Unida com

Web Standards: algo mais organizado, acessível, simples e semântico.

Pronto. Simples assim, está perfeito.

Todos vão sair ganhando: seja eu, você, usuários, clientes, patrões, programadores, designers, etc.

Enfim, como todos vão lucrar, muitos já estão se preocupando com isso. Algumas empresas já estão se adequando a essa geração.

E você, já está se preocupando também ou quer ser considerado uma obra de museu???

(Texto publicado originalmente no site Web Standards Blog)

Por Gustavo KrauseFeed do artigo Comentários: 2

Mídia Digital conquista o selo de qualidade do Google Analytics

30/01/2008 - 13:54 - SEM, Negócios, Geral, Clientes, Mercado, SEO

A Mídia Digital mais uma vez ganha o reconhecimento e a aprovação de seu trabalho. A agência acaba de receber a qualificação do Google em Analytics. Essa conquista é resultado de um trabalho intenso onde comprovamos todos os resultados obtidos para nossos clientes, através da ferramenta Google Analytics.

Para uma agência full service como a Mídia Digital, focada em resultados, torna-se fundamental uma análise precisa e detalhada de métricas como ações de planejamento, mídia on-line, SEM, SEO, conversões, vendas, entre outras. O selo de qualidade do Google Analytics qualifica nosso trabalho nessas avaliações e em todas as etapas de um projeto web. Com o suporte de uma agência com esse selo, nossos clientes só tendem a ganhar com o máximo de benefícios que a ferramenta oferece.

analytics.bmp

Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo Sem comentários

A importância da AI no aumento de performance de um site

19/12/2007 - 15:50 - Usabilidade, Reflexão, Geral, Arquitetura da Informação

Para aqueles que já seguem as melhores práticas de usabilidade, de acessibilidade, de amigabilidade, de encontrabilidade e de tantas outras “dades” aplicadas na web, este artigo possivelmente não trará novidades. Porém, sempre é bom lembrar que “canja de galinha não faz mal a ninguém”. Não se espante caso ao final do artigo você chegue a seguinte pergunta: era sobre Arquitetura de Informação ou sobre Usabilidade, etc.?

A resposta é simples. Não existe Arquitetura de Informação (AI) sem considerar esses fatores. Todas essas questões estão amplamente interligadas. Isso se dá a tal ponto que às vezes é difícil distinguir onde uma começa e onde a outra termina. A Arquitetura de Informação através de seus métodos e de toda essa interdisciplinaridade é quem vai apontar os caminhos para o aumento de performance. Pela idéia de aumentar performance pode-se deduzir que um site tem um resultado X e naturalmente quer elevá-lo N vezes. Para esse aumento, basta você fornecer aos usuários de forma simples, intuitiva, envolvente e acessível todas as informações e funções oferecidas pelo seu site.

A questão é: como fazer isso?

Na arquitetura de informação, procuramos traduzir o complexo mundo das interações disponibilizadas pelas tecnologias, para o simples dia-a-dia de quem potencialmente vá usá-las. A AI se vale de critérios embasados no estudo do comportamento dos usuários para apontar os melhores caminhos e soluções a serem adotadas para a tal tradução que citei há pouco, e conseqüentemente para o aumento de performance.

O estudo do comportamento dos usuários pode ser feito de várias maneiras, como pesquisa etnográfica, teste de usabilidade, cardsorting, análise de folksonomias, levantamento de perfis, etc. Esses estudos podem se dar de forma casual ou contínua. A diferença básica entre essas duas formas é o tempo empregado na análise e na compreensão do mundo dos usuários. O estudo contínuo pode ser exemplificado com o trabalho do Arquiteto de Informação que procura monitorar as tendências dos usuários; ou seja, ele acompanha continuamente a movimentação comportamental dos mesmos, e dessa forma obtém informações sobre as preferências e costumes desses usuários. Caracteriza-se principalmente como um trabalho de pesquisa em longo prazo. Já no estudo casual o trabalho realizado geralmente se restringe a uma demanda específica como, por exemplo, avaliar junto a uma amostra do público-alvo o quão usável está um sistema submetendo-o a testes de usabilidade. Isso eu acredito que todo mundo sabe, mas o que me espanta é que estou neste mercado há um bom tempinho e até hoje me deparo com a frase “não dá tempo de fazer testes”.

Jakob Nielsen, apontado como guru da usabilidade na web, disse em uma entrevista a um jornal brasileiro que a usabilidade está cada vez mais popular simplesmente porque ela prova como um site sem foco no usuário pode ser prejudicial ao bolso e prestativo à concorrência. Foco no usuário é o desenvolvimento de um site ou de um sistema no qual a participação do público-alvo está envolvida desde o surgimento da idéia até a publicação da mesma.

Simples, não? Porém, mesmo isso sendo simples, muitas vezes acaba sendo ignorado ou mesmo esquecido. Para representar projetos criados sem foco no usuário costumo usar o termo “euSite”. Neles, praticamente apenas o dono do site e um grupo bem restrito de usuários sabem usar com sucesso todo o potencial do site. É importante lembrar que a figura do “euSite” não representa que todo site está errado e sim que uma ou muitas funções dispostas nele foram criadas sem foco no usuário. A queda de performance do site está intimamente ligada a todas as funções existentes que tentamos usar e não conseguimos, a todas as informações que procuramos e não achamos nem se apelarmos para o mapa do site.

O caminho para o aumento de performance é único: foco no usuário.

(Artigo publicado originalmente no site da JumpExec)

Por Melqui Jr.Feed do artigo Comentários: 2

Reestruturação e Mudança: uma nova visão de mercado

06/12/2007 - 10:07 - Negócios, Reflexão, Geral, Clientes, Mercado

Mais um ano se vai e outro que nasce. É comum as pessoas criarem expectativas quanto ao novo ano. Querem entrar com o pé direito e ter em mente novas perspectivas e objetivos.

Se na vida pessoal é assim, no ambiente empresarial não poderia ser diferente. A cada ano as empresas implantam novos sistemas, funcionários e medidas para atingir metas e alcançar o sucesso.

A Mídia Digital também quer entrar no ano de 2008 com novas perspectivas, e finaliza 2007 com grandes conquistas, prêmios, clientes satisfeitos e mudanças estruturais.

A palavra “mudança” sempre soa como algo desconhecido que se aproxima, e a maioria das pessoas não se sente à vontade para trocar o certo pelo incerto. Mas de modo geral, a mudança deve ser vista como uma transformação, uma alteração no percurso que traz aspectos novos e diferentes.

As alterações propostas e concretizadas na Mídia Digital são resultados de pesquisas e estudos em estruturas de outras empresas, avaliando-se a efetividade funcional das mesmas para então encontrar uma estrutura ideal e funcional para a Mídia Digital e seus funcionários.

A partir dessa reestruturação interna, antigos setores como Criação, Produção e Tecnologia foram transformados em “células”, que agora passam a atender clientes específicos e não mais atividades específicas. O profissional da Mídia Digital pode se dedicar em maior escala para o cliente que a sua “célula” atende, diminuindo a sobrecarga dos antigos setores. Todas as equipes, ainda que separadas, são interdependentes, e é essa conexão que faz o trabalho fluir com rapidez e com a sinergia que se necessita diariamente.

A visão muda num mercado globalizado. É hora de adaptar a empresa às necessidades de seus clientes e funcionários. As empresas caminham para um patamar elevado e podem se aperfeiçoar em várias dimensões de desempenho ao mesmo tempo. Mudar, adaptar e entender que cada funcionário deve compreender seu papel dentro da empresa e reconhecer a repercussão dos resultados de seu trabalho: essa é a visão do futuro.

Por Romi OyamaFeed do artigo Comentários: 2

Geração M: Tudo ao mesmo tempo agora

04/12/2007 - 15:52 - Mídia Interativa, Reflexão, Tendências, Mí­dia Participativa, Geral

Já foi dito que o indivíduo é um reflexo de seu tempo. Na era da informação em que vivemos, essa imagem tem ficado mais nítida nos últimos anos. Estamos falando de uma nova geração nascida e/ou criada junto com a internet, onde o processo de leitura não tem linearidade. São jovens na faixa dos 20 anos ou menos, que desdobram seu browser em diversas abas ou janelas, conversam com várias pessoas on-line através de um instant messenger, ouvem música num mp3 player ou assistem à TV, tentam estudar ou trabalhar… Tudo isso ao mesmo tempo, sem contar o celular que fica por perto na espera de qualquer ligação, e que também pode ser usado para acessar a internet. Multiplicam suas atenções para acompanhar, ou tentar acompanhar, a intensa velocidade do mundo moderno. Geração Internet, iGeração, NetGen (Net Generation), Geração D (Digital), Geração Agora. Os nomes são diversos, e talvez por essa mesma diversidade que a melhor definição acabe sendo Geração M: multiatarefados, multiconectados, multiestimulados, multi-informados.

O ser humano sempre soube fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Corremos no parque ao som de um mp3 player no ouvido, almoçamos assistindo à TV, falamos ao telefone e fazemos anotações em algum papel… Porém, nossa concentração não consegue acompanhar essa simultaneidade, e qualquer mudança de rumo em uma dessas ações exige o “desligamento” da outra. Concentração e reflexão exigem trabalho intelectual, e certa paciência que a geração M não tem. Esse novo público absorve informação de forma mais direta e objetiva, além de ter mais controle e liberdade de escolha sobre o conteúdo que recebe.

Existem poucos estudos publicados sobre esse comportamento. O mais conhecido deles, e responsável pela criação do termo “Geração M”, foi realizado pela fundação norte-americana Kaiser Family em 2005 (disponível aqui). Ainda é cedo pra afirmar se essa forma de aprendizagem “multi” é realmente eficiente. Muitos criticam que os jovens de hoje estão cada vez mais entocados em suas teias particulares, cercados por tantas maravilhas tecnológicas. Outros enxergam nesse público um dinamismo fascinante em conhecer e acompanhar o mundo frenético que nos rodeia. No meio dessa controvérsia, é sempre bom lembrar que o exagero desses estímulos de informação é viciante e exaustivo, e que uma pausa ou “desligada” de vez em quando ajuda a organizar melhor as idéias.

É compreensível que as gerações mais velhas encarem com certo receio e estranheza essa mudança de comportamento. Mas o que no começo é visto como “coisa de adolescente” logo acaba fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa. A “máquina de fazer doido” dos novos tempos é multifacetada, e a Geração M tem muito a ensinar sobre o manual de instruções dessa máquina.

Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo Comentários: 2

Mídia Digital conquista medalhas no Prêmio Abanet / IAB Brasil

30/11/2007 - 17:52 - Eventos, Geral, Clientes, Prêmios

A Mídia Digital conquistou duas medalhas na sexta edição do Prêmio Abanet / IAB Brasil, iniciativa da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) e IAB (Interactive Advertising Bureau Brasil). Foram duas medalhas de bronze para cases realizados para a construtora Tecnisa:

• Categoria SEM (Search Engine Marketing): campanha MDSEM Tecnisa
• Categoria Networking: campanha Web 2.0

Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo Sem comentários

Mídia Digital conquista OURO no Prêmio Colunistas Brasil

28/11/2007 - 14:20 - Eventos, Geral, Clientes, Prêmios

A Mídia Digital levou mais um prêmio neste ano de 2007. Desta vez, foi a medalha de OURO no Prêmio Colunistas Brasil, com o website de Natal “Pro Mundo Cantar Feliz” realizado para o HSBC.

O prêmio foi divulgado no dia 24 de novembro em São Paulo e elegeu os melhores trabalhos de agências de propaganda em todo o Brasil.

O resultado final da premiação, que acontece no dia 12 de dezembro, ainda promete grandes expectativas, pois a Mídia Digital está no páreo concorrendo ao Grande Prêmio de Website do Ano.

Home do site “Pro Mundo Cantar Feliz”

Por Romi OyamaFeed do artigo Comentários: 1

Mídia Digital lança o site de Natal do HSBC 2007

23/11/2007 - 17:55 - Geral, Clientes

A Mídia Digital acaba de lançar o Site de Natal do HSBC 2007, com o tema “Natal no Palácio Encantado”.

Este é o 3º ano consecutivo que a Mídia Digital realiza esse trabalho para o banco HSBC. O site de Natal do HSBC produzido em 2006, com o tema “Pro Mundo Cantar Feliz”, conquistou recentemente a medalha de ouro no Prêmio Colunistas Paraná na categoria Website – Cultura e Educação, e ainda concorre ao Grand Prix de melhor website do ano na mesma premiação.

No ar desde o dia 16 de novembro, o novo site de Natal do HSBC tem como principal característica a navegação exploratória, e foi todo pensado e desenvolvido em Flash. O cenário do site traz a casa do Papai Noel e leva o usuário a explorar o site de forma intuitiva.

Este ano, o site conta com algumas novidades, como receitas natalinas de várias etnias, novos jogos, cartões de Natal e ainda o concurso cultural “Conto Encantado”, cujo grande vencedor vai assistir ao espetáculo de Natal do Palácio Avenida em camarote VIP, além de visitar os bastidores da apresentação.

Confira o site de Natal do HSBC 2007: www.natalnopalacioencantado.com.br

Por Romi OyamaFeed do artigo Comentários: 2

Computadores - Cada vez mais, cada vez menos

20/11/2007 - 15:37 - Tecnologia, Negócios, Tendências, Etc..., Geral, Mercado

O Natal já está aí dobrando a esquina… Tempo de celebração, fartura, reflexão, e tudo aquilo que todo mundo já sabe. Mas não dá pra esquecer dos presentes! E cada vez mais na preferência de quem se comportou bem neste ano, os computadores.

Em 2007, o mercado nacional de informática pode atingir uma marca histórica. Segundo estudos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), pela primeira vez no Brasil a venda de computadores deve ultrapassar a venda de aparelhos de televisão, com 10 milhões de unidades vendidas contra 9,5 milhões de televisores. Diversos fatores impulsionaram a procura por computadores nos últimos tempos: a queda do dólar, a redução dos preços e a contribuição do Governo Federal através de iniciativas como a Lei do Bem (isenção de PIS e COFINS para desktops de até 3.000 reais e notebooks de até 2.500 reais) e o programa Computador para Todos. Hoje, ter um computador de mesa não é mais o luxo de alguns anos atrás, embora ainda não tenha o mesmo alcance da TV nas casas das famílias brasileiras. E quem já tem um desktop já procura uma segunda opção com o notebook, que também não é a mesma fortuna de antigamente.

Nos Estados Unidos, já há um bom tempo os computadores vendem mais do que televisores. Em 2006, foram 28 milhões de micros vendidos, contra 22 milhões de aparelhos de TV. Mas o atraso do cenário tecnológico brasileiro é ainda maior se olharmos mais para o Oriente, precisamente para Japão e Coréia do Sul. Pois nessas duas potências asiáticas, os PCs estão cada vez mais perdendo força, despencando gradualmente em vendas. Brinquedinhos como smartphones, TVs de tela plana, câmeras digitais de alta capacidade e videogames de última geração (Wii, XBox 360 e Playstation 3) são hoje muito mais atraentes aos olhos orientais.

Estamos falando de uma nova geração onde mais da metade dos consumidores usa o telefone celular para acessar a internet e fazer compras on-line. Só na Coréia do Sul, 45% de toda as vendas de músicas são feitas através de celulares. No Japão, uma das fábricas mais tradicionais no setor de informática, a Hitachi, encerrou recentemente a produção de computadores pessoais. Ainda é cedo para fazer previsões, mas tendo em vista a tradição do mercado asiático em apontar tendências no universo tecnológico, estamos caminhando para nos tornarmos verdadeiros computadores ambulantes.

Bem longe desse estilo “Jetson” de vida, aqui no Brasil é de se comemorar a crescente informatização de nossa sociedade. Embora apenas 19% dos lares brasileiros tenham um computador (dados da Fundação Getúlio Vargas), o mundo da informática nunca esteve tão acessível como agora à parcela da sociedade que mais precisa de cultura e informação, ou seja, a maioria da nação brasileira. E esse acesso deve ficar mais rápido nos próximos anos, segundo o Ministro das Telecomunicações Hélio Costa, que afirmou recentemente que o Governo Federal pretende implantar internet de banda larga para todo o Brasil até 2010.

Mais computadores por aqui, menos computadores por lá… O fundamental é todos terem acesso facilitado ao conhecimento, em qualquer lugar do planeta, através de qualquer mídia.

Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo Sem comentários

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