Faça parte da nossa equipe de Arquitetura de Informação.
Requisitos:
- Curso superior nas áreas de Comunicação Social, Psicologia, Design, Desenho Industrial, Biblioteconomia ou áreas relacionadas.
- Familiaridade com conceitos de Usabilidade e Arquitetura da Informação.
- Conhecimento em softwares como Axure RP Pro e PowerPoint.
- Ser heavy user de Internet.
A universidade de Stanford tem um grupo de estudos especializado em credibilidade na web. Eles desenvolveram uma lista dos 10 itens que mais influenciam a credibilidade de um site, o que é muito importante para o bom desempenho de qualquer coisa na internet. Veja por exemplo como o Peter Morville inclui este conceito na sua teoria de experiência do usuário.
Por isso, traduzi a lista e incorporei algumas opiniões pessoais. Veja o que seu site precisa respeitar para ser respeitado na internet:
1 – Facilite a verificação das informações do seu site.
Se as informações do seu site são confiáveis, não tem por quê esconder as fontes. Disponibilize o link de onde você tirou a informação; cite nomes e referências .
2 – Mostre que existe uma instituição organizada por trás do projeto
Transfira a autoridade de organizações respeitadas para o conteúdo. Funciona como um “Page Rank Cognitivo”. Exiba logomarcas, números de registros, entre outras informações oficiais que demonstrem que seu site tem bala na agulha.
3 – Realce a experiência da organização nos serviços que oferece e nos conteúdos que disponibiliza.
Você tem um conteúdo de qualidade? Os profissionais da sua empresa são os melhores do mercado? Exponha e explore isso de maneira objetiva. Diga também a quanto tempo sua empresa está no mercado, exiba cases de sucesso, depoimentos de parceiros, clientes, etc.
4 – Mostre as pessoas honestas e confiáveis por trás do projeto
Exiba nomes. Forneça contatos pessoais na medida do possível. Se o usuário tem acesso fácil a quem está envolvido com o desenvolvimento de um site ele pode esclarecer suas desconfianças pessoalmente.
5 – Facilite o contato
Quem não deve não teme. Os usuários se sentem seguros ao saber que podem fazer contato com o site rapidamente e por diferentes caminhos. Não esqueça de sempre responder os contatos.
6 – O design do seu site deve parecer profissional (ou apropriado para sua finalidade)
Aí está um dos fatores que atestam a importância da beleza do layout na usabilidade. Ninguém confia em um site feio ou com aparência amadora.
7 – Faça seu site fácil de utilizar, e útil
Problemas de usabilidade também evocam amadorismo, além de irritar o usuário, prejudicando as conversões. Sites que não servem pra nada, então, não é preciso nem comentar.
8 – Atualize seu site freqüentemente (ou pelo menos mostre que foi revisado recentemente)
Uma das coisas mais legais da internet é o dinamismo. Mesmo se um site tem conteúdo estático (página institucional, por exemplo), ninguém vai confiar muito se a última atualização foi no tempo dos dinossauros.
9 – Seja moderado com conteúdos promocionais (anúncios e ofertas)
Quando a esmola é demais, o santo desconfia. Mas além da desconfiança comercial (produtos baratos demais, por exemplo), se mais de 70% da área do site é tomada por banners e links patrocinados, é porque o conteúdo é duvidoso ou não deve ser muito importante.
10 – Evite todo o tipo de erro, por menor que seja.
Bugs também são fortes indícios de amadorismo e de deficiências no projeto. É melhor uma funcionalidade que não existe do que uma que não funciona.
Nos próximos dias 29 e 30 de outubro, realizaremos uma série de testes de usabilidade para um de nossos clientes. Precisamos recrutar 6 pessoas que se encaixem em uma ou mais dessas características:
- Homens e mulheres;
- A partir de 18 anos;
- Já fizeram consórcio pela internet;
- Nunca tenham feito consórcio pela internet, mas já fizeram por outros meios;
- Nunca tenham feito consórcio pela internet, nem por outros meios, mas tenham vontade em fazer um consórcio (carro, moto, imóvel, etc.).
Interessados em participar desse teste devem enviar um e-mail para: luisguilherme@midiadigital.com.br, com nome, e-mail e telefone.
Esse teste é presencial e será feito apenas na sede da Mídia Digital em Curitiba, e deve durar de 40 minutos a 1 hora.
Participem e ajudem a construir uma internet mais fácil para você!
Hoje, colocamos no ar o site do iDig, o novo Centro de inteligência digital, no Rio de Janeiro, que oferece uma série de cursos e palestras para profissionais e estudantes ligados ao meio digital.
Guilherme Gomide (CEO e Fundador da Midia Digital), Willie Taminato (Gerente de Planejamento), Luiz Yamada (Analista de Sisitemas) e Marcelo Andrade (Gerente de Mídia Online) estão entre os profissionais que irão ministrar alguns desses cursos.
Em conjunto ao site, faremos ações de Social Media e Mídia Online. Conheça o iDig!
O novo site do HSBC Chile está no ar. Fizemos um redesenho completo do portal, com destaque na parte visual e valorização da marca, sem deixar de lado os aspectos humanos da corporação.
Além disso, ferramentas de acessibilidade foram incluídas para que os usuários com necessidades especiais possam acessar o conteúdo do site.
Ações de otimização para mecanismos de busca (SEO) também fizeram parte desse projeto.
Parabéns para a equipe Mídia Digital por mais um trabalho internacional desenvolvido!
O indiano Avinash Kaushik (autor de Web Analytics: An Hour A Day) falou sobre a importância das métricas, web analytics e citou alguns exemplos de sites limpos e eficientes.
Entre esses exemplos, Avinash usou a Tecnisa como melhor exemplo de site dentre os que ele pesquisou e comentou: “Sexy and clean, easy, I love this site!”
Para esse projeto destacamos os serviços oferecidos pelo nosso cliente, usabilidade e, principalmente, eficiência na solicitação de propostas e o acesso aos corretores e simulações.
Entre as novidades, temos:
- Canais com conteúdos exclusivos para clientes, corretores, investidores e prestadores de serviços.
- Um sistema de simulação e contratação online de alguns produtos.
- Área exclusiva para clientes da Porto Seguro com diversos serviços online, como solicitação de boleto e cartão, consulta à apólice, aviso e acompanhamento de sinistro, contato com o corretor, entre outros.
O objetivo do site é funcionar como uma ferramenta efetiva de negócios, e não apenas como um local para busca informações.
Para aqueles que já seguem as melhores práticas de usabilidade, de acessibilidade, de amigabilidade, de encontrabilidade e de tantas outras “dades” aplicadas na web, este artigo possivelmente não trará novidades. Porém, sempre é bom lembrar que “canja de galinha não faz mal a ninguém”. Não se espante caso ao final do artigo você chegue a seguinte pergunta: era sobre Arquitetura de Informação ou sobre Usabilidade, etc.?
A resposta é simples. Não existe Arquitetura de Informação (AI) sem considerar esses fatores. Todas essas questões estão amplamente interligadas. Isso se dá a tal ponto que às vezes é difícil distinguir onde uma começa e onde a outra termina. A Arquitetura de Informação através de seus métodos e de toda essa interdisciplinaridade é quem vai apontar os caminhos para o aumento de performance. Pela idéia de aumentar performance pode-se deduzir que um site tem um resultado X e naturalmente quer elevá-lo N vezes. Para esse aumento, basta você fornecer aos usuários de forma simples, intuitiva, envolvente e acessível todas as informações e funções oferecidas pelo seu site.
A questão é: como fazer isso?
Na arquitetura de informação, procuramos traduzir o complexo mundo das interações disponibilizadas pelas tecnologias, para o simples dia-a-dia de quem potencialmente vá usá-las. A AI se vale de critérios embasados no estudo do comportamento dos usuários para apontar os melhores caminhos e soluções a serem adotadas para a tal tradução que citei há pouco, e conseqüentemente para o aumento de performance.
O estudo do comportamento dos usuários pode ser feito de várias maneiras, como pesquisa etnográfica, teste de usabilidade, cardsorting, análise de folksonomias, levantamento de perfis, etc. Esses estudos podem se dar de forma casual ou contínua. A diferença básica entre essas duas formas é o tempo empregado na análise e na compreensão do mundo dos usuários. O estudo contínuo pode ser exemplificado com o trabalho do Arquiteto de Informação que procura monitorar as tendências dos usuários; ou seja, ele acompanha continuamente a movimentação comportamental dos mesmos, e dessa forma obtém informações sobre as preferências e costumes desses usuários. Caracteriza-se principalmente como um trabalho de pesquisa em longo prazo. Já no estudo casual o trabalho realizado geralmente se restringe a uma demanda específica como, por exemplo, avaliar junto a uma amostra do público-alvo o quão usável está um sistema submetendo-o a testes de usabilidade. Isso eu acredito que todo mundo sabe, mas o que me espanta é que estou neste mercado há um bom tempinho e até hoje me deparo com a frase “não dá tempo de fazer testes”.
Jakob Nielsen, apontado como guru da usabilidade na web, disse em uma entrevista a um jornal brasileiro que a usabilidade está cada vez mais popular simplesmente porque ela prova como um site sem foco no usuário pode ser prejudicial ao bolso e prestativo à concorrência. Foco no usuário é o desenvolvimento de um site ou de um sistema no qual a participação do público-alvo está envolvida desde o surgimento da idéia até a publicação da mesma.
Simples, não? Porém, mesmo isso sendo simples, muitas vezes acaba sendo ignorado ou mesmo esquecido. Para representar projetos criados sem foco no usuário costumo usar o termo “euSite”. Neles, praticamente apenas o dono do site e um grupo bem restrito de usuários sabem usar com sucesso todo o potencial do site. É importante lembrar que a figura do “euSite” não representa que todo site está errado e sim que uma ou muitas funções dispostas nele foram criadas sem foco no usuário. A queda de performance do site está intimamente ligada a todas as funções existentes que tentamos usar e não conseguimos, a todas as informações que procuramos e não achamos nem se apelarmos para o mapa do site.
O caminho para o aumento de performance é único: foco no usuário.
(Artigo publicado originalmente no site da JumpExec)
A terça e quarta-feira desta semana (06 e 07/11) foram dias de palestras sobre conteúdo web e otimização de sites para mecanismos de busca na Unicuritiba.
O publicitário Willie Taminato, coordenador de SEO e conteúdo da Mídia Digital, e o jornalista Marcelo Ribeiro, redator e analista de SEO da agência, foram palestrantes da Semana de Comunicação organizada pela universidade.
A palestra foi dividida em dois dias – no primeiro foram abordadas questões teóricas sobre conteúdo e arquitetura de informação, e no segundo dia a conversa foi toda voltada para a otimização de sites para os mecanismos de busca e sobre como trazer tráfego para um website.
A idéia de arquitetura está presente desde os tempos mais primitivos de nossa existência. Envolve todo e qualquer projeto construído e desenvolvido pelo homem, como um simples lápis ou até uma cidade inteira. E tamanha abrangência não deixaria de envolver a ferramenta que garante nossa sobrevivência e convivência com os demais seres humanos: a comunicação, e mais precisamente seu conteúdo, a informação.
Apesar disso, a nomenclatura “arquitetura de informação” é recente, embora ela já venha sendo aplicada há muito tempo, como na diagramação de um jornal impresso, por exemplo. O conceito só ganhou força nos últimos anos graças ao crescimento da internet, e ao aumento exponencial do número de informações que trafegam nas vias da web. É uma arquitetura com foco exclusivo no usuário, e envolve variados tipos de conhecimento, pois a missão do profissional dessa área é organizar os dados do meio digital para esse internauta, transformando complexidade em simplicidade. O arquiteto de informação elabora o mapa e o fluxograma do site para que o usuário trilhe seu próprio caminho de forma rápida e eficiente, em busca daquilo que procura nesse endereço eletrônico.
No início desse processo, o trabalho do arquiteto resulta na criação dos wireframes, onde os elementos principais das páginas são posicionados e organizados. Muita pesquisa é feita para se chegar a esses wireframes, seja através de reuniões e briefings fornecidos pelo próprio cliente, ou através de análise de sites concorrentes. Leva-se em conta o tipo de negócio da empresa/cliente, quais informações ela deseja passar, e principalmente quem é e como se comporta o consumidor dos produtos ou serviços dessa empresa. Em se tratando de reformulação de sites já existentes, faz-se necessária a realização de testes de usabilidade, onde serão definidos os principais pontos a serem trabalhados nessa reconstrução.
Os wireframes são a base do trabalho de criação, onde o esqueleto do site ganha corpo. Seja nessa fase ou nas demais partes do processo, durante o desenvolvimento e a programação, a presença do arquiteto de informação é constante, para que possíveis ajustes sejam feitos sem comprometer a estrutura elaborada pelo arquiteto. Mais testes de usabilidade são realizados com um protótipo, para afinar o novo site com o principal foco desse trabalho: o usuário.
Pensar no trabalho de arquitetura de informação deveria ser um procedimento básico para qualquer empresa que pretende atrair a atenção de seu público, mas não é o que sempre acontece. “Muitas vezes as empresas priorizam mais suas políticas de negócio a atender as necessidades dos usuários”, afirma Melqui Jr., arquiteto de informação da Mídia Digital. Melqui complementa que “isso é um erro que mais cedo ou mais tarde acaba modificando a política da empresa, pois ela percebe a evasão dos usuários e conseqüentemente a perda de vendas”.
Melqui Jr. é jornalista de formação, e há quatro anos trabalha como arquiteto da informação. Ele considera sua profissão como uma das mais multidisciplinares que conhece, e acha complexo relacionar quais conhecimentos básicos um arquiteto de informação deve ter. “Acredito que ter muita experiência com navegação na internet seja o mais básico de todos… Uma condição necessária é o grande nível de curiosidade, não ter medo de questionar as coisas por mais sagradas que elas sejam”, completa Melqui.
Com um trabalho voltado exclusivamente para o usuário, como se comporta o arquiteto de informação em tempos de web 2.0, onde o internauta colabora cada vez mais na geração de conteúdo na internet, e determina com mais controle quais informações ele deseja receber? Melqui Jr. acredita que “tudo que pode favorecer e melhorar a experiência do usuário só ajuda ainda mais o trabalho da arquitetura de informação, e com certeza se hoje as ferramentas de colaboração são fáceis de usar é porque o trabalho de AI foi bem feito”.
É com trabalhos bem feitos que a área de arquitetura de informação vai amadurecer e se fazer mais presente nos projetos de construção de websites.