Mídia Digital
30/10/2007 - 15:54 - Clientes, Eventos, Geral, Prêmios
A Mídia Digital participou este ano pela primeira vez do Prêmio Colunistas Paraná, promovido pela ABRACOMP (Associação dos Colunistas de Marketing e Propaganda) e pelo Espaço de Marketing. A premiação é uma das mais conceituadas na área de comunicação no Paraná, e logo em sua primeira participação, a Mídia Digital conquistou quatro medalhas:
• OURO em Website – categoria Cultura e Educação: ”Pro Mundo Cantar Feliz”, para o Banco HSBC.
• PRATA em Mídia Digital – categoria Produtos e Serviços Automotivos: “Melhor Caminho”, para o Navegador Guia Quatro Rodas.
• BRONZE em Mídia Digital – categoria Turismo, Transportes e Diversões Públicas: “WTCC” para o Banco HSBC.
• BRONZE em Mídia Digital – categoria Websites: “Natal HSBC”, para o Banco HSBC.
O website “Pro Mundo Cantar Feliz”, criado para o Banco HSBC, ainda concorre ao prêmio de “Website do Ano”, e o resultado será divulgado durante a cerimônia de premiação, que acontece no dia 26 de novembro.
A Mídia Digital se orgulha dessas conquistas, e juntamente com sua equipe de profissionais, está buscando cada dia mais ser referência em comunicação on-line para a melhor satisfação e credibilidade de seus clientes.
Por Romi Oyama
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16/08/2007 - 18:03 - Clientes, Mídia Participativa, Negócios, Reflexão, Tendências
Não é difícil ouvir falar que atendimento bom é aquele que vem até você. Quando comecei a estagiar aqui na Mídia Digital não tinha idéia da expansão de serviços prestados aos nossos clientes.
O fato é que é preciso oferecer serviços diferenciados, por isso o papel da agência é se posicionar como parceira do cliente e não como intermediária.
Com a era da informação e a internet, as empresas possuem seus sites e portais, fazendo com que seja necessário um acompanhamento bem próximo realizado pelos profissionais especializados nesta área. Vivenciar a rotina da empresa e saber de suas limitações pode tornar mais transparente o trabalho a ser feito. A agência Mídia Digital, por exemplo, possui uma equipe exclusiva para o atendimento de jobs do banco HSBC, e conta hoje com 11 funcionários que cuidam da comunicação e do marketing da empresa na internet.
Alessandra Fraresso, designer e coordenadora de Atendimento e Planejamento da Mídia Digital, trabalhou na agência dentro do HSBC com direção de arte por 1 ano, e explica que um dos pontos positivos é a facilidade de se ter aprovações rápidas dos trabalhos solicitados. “É muito mais fácil chegar ao resultado e à solução esperada pelo cliente. Isso traz muito mais satisfação”, comenta Alessandra.
A importância de se trabalhar junto com o cliente é principalmente a percepção de novas oportunidades. O grau de intimidade cresce, a confiança é fortalecida e a qualidade dos serviços também aumenta, pois quando há algum tipo de deficiência ela é imediatamente detectada e resolvida pela equipe de dedicação exclusivamente para o cliente.
Outra diferença de se trabalhar in company é a facilidade e a agilidade para a manutenção do site. “Muitas vezes as atualizações podem ocorrer em prazos de horas, às vezes de minutos, e ter a proximidade de receber a demanda, planejar, criar e publicar é indispensável”, comenta Luciano Campagnoli, bacharel em marketing e um dos integrantes da equipe de planejamento da Mídia Digital dentro do HSBC.
Esse modelo pode ser muito funcional, visto que as empresas passam a contar com a realidade de um planejamento de comunicação e ações propostas segundo um levantamento total de sua história, seus objetivos e metas. E assim, começam a concorrer com mais eficiência no mercado pela alta qualidade dos serviços e pelo comprometimento dos profissionais que se dedicam exclusivamente à empresa.
Por Karine Vargas
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18/07/2007 - 18:08 - Clientes, Mídia Participativa, Negócios, Second Life, Tendências, Web 2.0
Uma visão “da agência” sobre o ambiente virtual que popularizou o mundo em 3D na internet
Como falar de um ambiente virtual que conta hoje com mais de 6 milhões de usuários cadastrados e que teve uma movimentação de aproximadamente 1,5 milhões de dólares em 24 horas (segundo dados do próprio site) no dia 24 de maio de 2007? Assim mesmo: este é o Second Life – o “sistema fantasia” que pode gerar dados bombásticos, mitos, falsas e também verdadeiras oportunidades.
Desenvolvido em 2003 e mantido pela empresa Linden Research, Inc., o ambiente virtual é formado pelo cliente e servidor e possibilita um comércio virtual fazendo com que empresas utilizem esses recursos para divulgar suas marcas, expondo de forma “virtual” o que pode se tornar real. É o caso da Mídia Digital, que se utiliza dos recursos proporcionados por esta nova estratégia, estudada desde dezembro do ano passado e concretizada a partir de janeiro deste ano.
É fato que, desde que “chegou” ao Brasil, o Second Life abriu portas para clientes “antenados” com essa mídia emergente e alternativa. Diferente da TV, rádio e outras mídias, a utilização da web somado ao “boom” do Second Life mudou a forma de pensar de empresários que querem mostrar ou apenas testar seus produtos num mundo virtual, resultando num potencial midiático.
Sua naveçagão em 3D, a existência de uma representação de cada usuário no sistema (conhecidos no Second Life como “avatares”), a participação ativa dos residentes que ajudam na construção do ambiente, a detenção da propriedade sobre suas criações, ferramentas de comunicação disponíveis entre os usuários e a existência de uma economia própria são elementos fundamentais para classificar essa tendência de internet do futuro, explica o especialista em marketing Alejandro Dicovsky, coordenador de novos negócios da Mídia Digital em São Paulo.
Mas essas são apenas algumas das características encontradas no Second Life e que talvez o tornem tão “apetitoso”, principalmente aos olhos dos “devoradores” de oportunidades. E uma boa chance, obviamente, jamais pode ser desperdiçada. Com as possilidades amplas do Second Life, a simples presença de uma marca nesse “mundo” já a identifica como inovadora. A inclusão de um cliente nesse projeto é vista como importante: além do cliente estar aberto à nova tendência, gera a integração empresa/cliente.
O jornalista Melqui Jr, arquiteto de informação da agência Mídia Digital, conta que propôs para algumas corporações a inclusão delas no Second Life, e os que aderiram ao sistema foram muito bem sucedidos. Ele explica o porquê: “Sendo uma plataforma virtual, o Second Life propicia uma introdução de usuários a esse novo mundo, aumenta a curiosidade pela “novidade” e, conseqüentemente, as chances de um ótimo negócio. Mas vale ressaltar que a entrada de empresas sem uma ação que levem os usuários à interação é o mesmo que gritar no vácuo, ou seja, não ressoa.“
Já o publicitário Cláudio Palmieri, um dos especialistas em planejamento e inovação da Mídia Digital, acredita que estar à frente das novidades é o que vale. “Nosso objetivo é fazer dos nossos clientes os primeiros, os tornando tendência de mercado”, comenta Palmieri.
Mas as opiniões são divergentes. Segundo matéria publicada em julho deste ano pela revista de economia “Forbes”, o público do Second Life não tem crescido como o esperado, o que causa decepção. A reportagem destaca a dificuldade em monitorar estatísticas, o caráter adulto de grande parte do conteúdo e a fragilidade do controle de propriedade intelectual dentro do ambiente.
Outros dados mostram variações com o número de usuários. Cerca de 40 mil avatares estão simultaneamente conectados. Com mais de 7 milhões de cadastros, apenas 507 mil eram ativos e ficaram mais de uma hora on-line no mês de maio. Numa dimensão de 650km², o Second Life tem uma ocupação de 62 habitantes por km²; ou seja, um campo tão imenso para pouca densidade populacional. É claro que esses números refletem ainda o início do projeto. Com mais empresas participando e com novas ações focadas para os usuários do Second Life esse número certamente irá subir.
Seja como for, é inevitável o interesse pelo Second Life, afinal ele trás o novo, o que ninguém costumava ver se comparado aos sistemas arcaicos de poucos anos atrás. A motivação das pessoas no mundo on-line tende somente a crescer, e sempre que algo se torna grande, tende a ser alvo de análises e especulações, assim como de oportunidades e brechas para o desenvolvimento de novas formas de negócios.
Por Karine Vargas
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24/05/2007 - 17:17 - Clientes, Geral, Negócios, Reflexão, SEM, Tendências
Todas as empresas com uma presença virtual gostariam de estar “em primeiro lugar” no Google. Muitas, entretanto, não sabem o porquê dessa importância. Algumas podem alegar status, outras alegam mais tráfego, ou ainda mais conversões, mas será que alguma empresa já parou para pensar quanto o topo do Google representa em porcentagem de vendas ou ainda em valores?
Recentemente tive acesso a um artigo originalmente publicado pelo site Small Business SEM e resolvi fazer uma versão livre em Português, tentando passar o que o autor original escreveu, e comentar segundo nossa realidade. Me baseei em dados oferecidos pelo site acima, mas tomei a liberdade de passar os valores para Reais – não convertê-los, mas somente escrevê-los em Reais.
A análise
No artigo, o autor criou uma marca de cosméticos fictícia, a XYZ Cosméticos, e estipulou que um de seus produtos – um creme para a pele – ocupa atualmente a 5ª posição no Google para uma busca por “creme para pele”.
Para os valores, o autor utilizou a seguinte definição: o produto custa para o dono da empresa exatos R$ 25,00. Segundo ele, é comum nesse mercado (nos EUA) um lucro de 100% por produto; portanto, o preço final para o consumidor é de R$ 50,00.
O próximo passo foi a definição do volume de busca do termo “creme para pele” na web. Para isso foram usadas algumas ferramentas como o Keyword Selector Tool, Keyword Discovery e o Overture tool. Após a análise dos dados e a realização de uma média, chegou-se ao valor de 5.000 consultas dessas palavras por mês nos mecanismos de busca (uma média não científica, que fique claro, mas que serve para estimarmos esse valor final que é extremamente difícil de ser mostrado com precisão).
Após essa definição, restava saber quantas pessoas clicam em cada uma das posições da primeira página dos buscadores. Esse dado não é facilmente encontrado, sobretudo quando queremos saber dados do Google ou Yahoo. Uma tabela encontrada pelo autor diz respeito à porcentagem de cliques no buscador AOL. Como esses valores “devem” ser próximos aos do Google ou Yahoo, ele resolveu utilizá-los mesmo assim.
Porcentagem aproximada de cliques por posição nos buscadores:
1º – 42%
2º – 12%
3ª – 8,5%
4ª – 6,1%
5ª – 4,9%
Palavra: creme para pele
Posição: 5ª posição na busca
Buscas por mês: 5.000
Preço do item: R$ 50,00
Lucro por unidade: R$ 25,00
Cliques por mês: 245 (4.9% de 5.000 buscas)
As taxas de conversão geralmente referenciadas nos artigos sobre o assunto são de 2%. Portanto, o autor considerou que desses 245 cliques ocorrem 5 conversões (compras) por mês só deste produto. Esses 2% equivalem a um volume de vendas de R$ 250,00, sendo deste total, R$ 125,00 só de lucro.
E se essa empresa aparecesse em primeiro lugar?
É só fazermos as contas:
Palavra: creme para pele
Posição: 1ª posição na busca
Buscas por mês: 5.000
Preço do item: R$ 50,00
Lucro por unidade: R$ 25,00
Cliques por mês: 2.100 (42% de 5.000 buscas)
Desse total de cliques, 2% de conversões equivalem a 42 compras. Isto é, R$ 2.100,00 de vendas e, dessas vendas, R$ 1.050,00 de lucro. São R$ 925,00 a mais de lucro todo mês nesse único produto (em comparação ao lucro caso esse produto estivesse na 5ª posição na busca).
Conclusão: Com a análise acima vemos que quando uma empresa passa da 5ª posição para a 1ª posição nos buscadores isso equivale aproximadamente a 800% de aumento no número de conversões e, conseqüentemente, nos lucros da empresa.
Agora, um comentário meu. Digamos que os números do autor original estejam exagerados (o que eu não acredito) e que esse valor final não seja de 800% de aumento, mas sim de 400%. Qualquer um há de convir que ainda assim é um aumento respeitável nos lucros.
Então, SEO é ou não um bom negócio?
Por Marcelo Ribeiro
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