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Mídia Digital

Computadores – Cada vez mais, cada vez menos

20/11/2007 - 15:37 - Etc..., Geral, Mercado, Negócios, Tecnologia, Tendências

O Natal já está aí dobrando a esquina… Tempo de celebração, fartura, reflexão, e tudo aquilo que todo mundo já sabe. Mas não dá pra esquecer dos presentes! E cada vez mais na preferência de quem se comportou bem neste ano, os computadores.

Em 2007, o mercado nacional de informática pode atingir uma marca histórica. Segundo estudos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), pela primeira vez no Brasil a venda de computadores deve ultrapassar a venda de aparelhos de televisão, com 10 milhões de unidades vendidas contra 9,5 milhões de televisores. Diversos fatores impulsionaram a procura por computadores nos últimos tempos: a queda do dólar, a redução dos preços e a contribuição do Governo Federal através de iniciativas como a Lei do Bem (isenção de PIS e COFINS para desktops de até 3.000 reais e notebooks de até 2.500 reais) e o programa Computador para Todos. Hoje, ter um computador de mesa não é mais o luxo de alguns anos atrás, embora ainda não tenha o mesmo alcance da TV nas casas das famílias brasileiras. E quem já tem um desktop já procura uma segunda opção com o notebook, que também não é a mesma fortuna de antigamente.

Nos Estados Unidos, já há um bom tempo os computadores vendem mais do que televisores. Em 2006, foram 28 milhões de micros vendidos, contra 22 milhões de aparelhos de TV. Mas o atraso do cenário tecnológico brasileiro é ainda maior se olharmos mais para o Oriente, precisamente para Japão e Coréia do Sul. Pois nessas duas potências asiáticas, os PCs estão cada vez mais perdendo força, despencando gradualmente em vendas. Brinquedinhos como smartphones, TVs de tela plana, câmeras digitais de alta capacidade e videogames de última geração (Wii, XBox 360 e Playstation 3) são hoje muito mais atraentes aos olhos orientais.

Estamos falando de uma nova geração onde mais da metade dos consumidores usa o telefone celular para acessar a internet e fazer compras on-line. Só na Coréia do Sul, 45% de toda as vendas de músicas são feitas através de celulares. No Japão, uma das fábricas mais tradicionais no setor de informática, a Hitachi, encerrou recentemente a produção de computadores pessoais. Ainda é cedo para fazer previsões, mas tendo em vista a tradição do mercado asiático em apontar tendências no universo tecnológico, estamos caminhando para nos tornarmos verdadeiros computadores ambulantes.

Bem longe desse estilo “Jetson” de vida, aqui no Brasil é de se comemorar a crescente informatização de nossa sociedade. Embora apenas 19% dos lares brasileiros tenham um computador (dados da Fundação Getúlio Vargas), o mundo da informática nunca esteve tão acessível como agora à parcela da sociedade que mais precisa de cultura e informação, ou seja, a maioria da nação brasileira. E esse acesso deve ficar mais rápido nos próximos anos, segundo o Ministro das Telecomunicações Hélio Costa, que afirmou recentemente que o Governo Federal pretende implantar internet de banda larga para todo o Brasil até 2010.

Mais computadores por aqui, menos computadores por lá… O fundamental é todos terem acesso facilitado ao conhecimento, em qualquer lugar do planeta, através de qualquer mídia.

Por Luís Guilherme Rodrigues

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Vida de estágio, estágio de vida

29/06/2007 - 16:40 - Etc..., Geral, Reflexão

“O trabalho enobrece o homem”, como disse meu pai, em uma de nossas conversas sobre futuro, profissões e emprego. É uma preocupação que atinge as pessoas que já estão no mercado de trabalho, e simplesmente “apavora” os estudantes – os profissionais do futuro. Em meio às turbulências, instabilidades do mercado no país e da “prostituição” de serviços, há de se entender os porquês do desespero. Haveria lugar ao sol para todos se muitos, mesmo experientes, estão sem trabalhar?

Enquanto as oportunidades estão escassas em todos os meios, ter a chance de aprender e ser ensinado é valioso. Muitos são os acadêmicos que procuram fazer um “pé de meia” na sua área profissional e todos, sem dúvida, se agarram com “unhas e dentes” às portas que se abrem. Seja pelo futuro, seja pelo presente, a vida de estagiário pode parecer difícil, dolorosa aos olhos de quem vê, mas também pode ser atrativa, empolgante e supervalorizada pelos que querem aprender: os próprios estagiários.

O famoso título de “escragiário” está em decadência. Aquela idéia de que os estagiários servem apenas para serviços que ninguém quer fazer está mudando na concepção de empresas realmente profissionais. Segundo pesquisas feitas pela Folha de São Paulo em 2005, o que vale na hora da contratação são as habilidades e a vontade de aprender do estagiário, e não um currículo cheio. Ter criatividade e capacidade de trabalhar em equipe também são pontos fortes citados pelo jornal.

Para Rafael Pessoa, 29 anos, formado em Design de Produtos e coordenador da área de Produção e Desenvolvimento da agência Mídia Digital, o importante é criar profissionais nos moldes da empresa, e considera o lugar que trabalha a mais nova tendência do mercado. “Adapto os estagiários à nossa metodologia, mas antes, preciso que eles tenham o mínimo de conhecimento sobre os programas que utilizamos”, explica Pessoa.

Esta tendência está cada vez mais clara às grandes companhias, que se preocupam em treinar os aprendizes para integrá-los em suas estruturas, procurando dar oportunidades àqueles que queiram crescer da mesma forma que a empresa deseja. E quem não quer?

Thiago Henrique Borges, 21 anos, estudante de Processos Gerenciais e um dos 15 estagiários da Mídia Digital, conta que estar estagiando na empresa o projeta para oportunidades de crescimento únicas. Além de trabalhar com o que gosta (é assistente do setor de Links Patrocinados), diz que o ambiente de trabalho ajuda muito na integração e na vontade de trabalhar. “A Mídia está muito acima das minhas expectativas. A empresa é extremamente profissional e nos possibilita futuro mesmo sendo apenas estagiário”, comenta.

Outro estagiário da agência é Lincoln Cezar Alves, de 20 anos. Ele integra a equipe de Produção, é webdesigner e está na Mídia Digital desde janeiro deste ano. Já trabalhava nesta área antes e achava o trabalho repetitivo e explica que, atualmente o que faz lhe deixa muito satisfeito. “O ambiente possui um clima agradável e as atividades são muito bem distribuídas”, diz Lincoln.

O que realmente importa hoje não é manter estagiários em regime de exploração e sim apostar dinheiro e tempo para treiná-los. Além de custar menos contratar uma pessoa em fase de construção profissional, vale muito a pena ensinar alguém a vestir a camisa da sua empresa. Adaptando o ditado popular, mais vale um estagiário na mão que dois profissionais voando.

Por Karine Vargas

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Times escolhe os 50 melhores blogs corporativos

27/06/2007 - 16:54 - Etc..., Geral, Mídia Participativa, Negócios, Referências, Tendências, WebWriting

O tradicional jornal britânico Times, em sua versão online, publicou recentemente uma lista com os 50 principais blogs corporativos da web. A lista é dividida em algumas categorias como blogs econômicos, financeiros, de saúde, entre outros.

Confira aqui a lista com os 50 principais blogs da Web segundo o Times (em inglês)

Por Marcelo Ribeiro

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Gmail Paper: Novo produto do Google? Não, é primeiro de abril!

02/04/2007 - 16:22 - Etc...

Os usuários que acessaram a conta do Gmail ontem tiveram uma surpresa na tela de login: o anúncio do Gmail Paper.

Segundo o próprio Google: “Todos amam o Gmail. Mas nem todos amam o e-mail ou a era digital… Você pode solicitar uma cópia física de qualquer mensagem com apenas um clique que nós mandamos ele para você em sua correspondência…”

O serviço seria pago com a inclusão de anúncios direcionados no verso do conteúdo que você mandou imprimir. Quer documentar alguma coisa? O Gmail Paper é o ideal.

Exceto que ele não existe realmente, foi somente mais uma das brincadeiras de 1º de abril do Google.

Internet em sua casa via esgoto? Mais uma inovação e brincadeira para ilustrar o “April Fool´s Day”.

Mudando pra vida real, há algum tempo atrás estava rolando na internet a notícia de que empresas japonesas colocavam máquinas de xerox nas ruas para cópias gratuitas. O modelo comercial era sustentado por propagandas veiculadas no verso das cópias, o que não tornaria a brincadeira do Google totalmente impossível.

Bom, e você, qual foi a sua brincadeira de 1º de abril?

Por Willie Taminato

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