Interatividade gerando resultados

Mídia Digital

E o Twitter continua crescendo, crescendo…

30/03/2009 - 15:10 - Geral, Mobile, Mídia Participativa, Redes Sociais, Tendências, Twitter

Esses últimos dados foram divulgados recentemente pelo Instituto Nielsen Online:

* O Twitter cresceu 1.382% no período de um ano, número registrado em fevereiro deste ano.
* O total de visitantes únicos cresceu de 475.000 em fevereiro de 2008 para 7 milhões no mês passado.
* O Twitter é a rede social que mais cresceu no mês de fevereiro.
* Em fevereiro deste ano, os adultos entre 35 e 49 anos tinham a maior representação no Twitter – cerca de 3 milhões de visitantes únicos são dessa faixa etária (quase 42% do público total).
* 62% dos internautas acessam o Twitter apenas do trabalho, enquanto somente 35% acessam apenas de casa.
* Em janeiro deste ano, 735.000 visitantes únicos acessaram o Twitter através de seus celulares.
* A média de acessos ao Twitter por visitante único foi de 14 vezes durante esse mês. E a média de tempo dentro do site foi de 7 minutos.
* No último trimestre de 2008, 812.000 usuários únicos enviaram ou receberam mensagens de texto do Twitter (via celulares da AT&T ou Verizon, nos EUA).
* A média de “tweet” por pessoa nesse trimestre foi de aproximadamente 240.

Ainda falando de Twitter… Um de seus fundadores, Jack Dorsey, revelou em uma entrevista a um site espanhol qual foi sua principal inspiração para sua criação: o sistema de rádio usado pelos taxistas, “onde eles constantemente contam onde estão e o que estão fazendo”. Mais detalhes da entrevista no link abaixo (em espanhol):
http://www.elmundo.es/elmundo/2009/03/25/navegante/1237985543.html

Por Luís Guilherme Rodrigues

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DIGITAL MEDIA CONFERENCE II – Interatividade & Convergência do Marketing Digital 2.0

11/03/2009 - 17:10 - Clientes, Eventos, Mídia Digital, Mídia Participativa, Redes Sociais, Tecnologia, Tendências, Web 2.0

Hoje pela manhã, Guilherme Gomide, diretor da Mídia Digital, participou do painel Mídias Sociais: Conceito, Aplicações e Tendências. “Criação Conectada” – Mundo digital”, no DIGITAL MEDIA CONFERENCE II – Interatividade & Convergência do Marketing Digital 2.0, em São Paulo.

Guilherme Gomide falou sobre Social Media, Photo Sharing, abertura de canais de comunicação com clientes, entre outros assuntos e ainda citou alguns casos sobre a temática em questão.

Por Samille Sousa

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A Mídia Digital no Twitter

20/01/2009 - 14:53 - Geral, Mídia Participativa, Twitter, Web 2.0

Já estamos atentos ao universo dos microblogs desde 2007, quando publicamos um post sobre a disputa dos três principais serviços desse nicho. Pois bem, passado todo esse tempo, o Twitter reina soberano. O Jaiku chegou a ser adquirido pelo Google no mesmo ano da publicação do post, mas no último dia 14 de janeiro, foi anunciado que o serviço não seria mais atualizado, e talvez não resista por muito tempo. Já o Pownce encerrou as atividades em 15 de dezembro do ano passado.

O número de usuários no Twitter só tem aumentado nos últimos tempos. Cada vez mais empresas estão entrando nesse universo, enxergando novas oportunidades de comunicação e interação com seus clientes. A praticidade e a rapidez de atualização fazem com que as informações fluam no microblog antes do que qualquer outro meio. Citando um caso mais recente, a primeira imagem do avião que caiu no Rio Hudson, em Nova York, foi feita por um celular e transmitida diretamente para a rede do Twitter. Hoje, 20 de janeiro de 2009, mais um bom exemplo em um dia histórico, com a cobertura em tempo real da posse de Barack Obama, feita por várias pessoas presentes no evento com seus celulares.

A Mídia Digital está presente no Twitter desde seus primórdios, experimentando e descobrindo novas formas de se comunicar usando no máximo 140 caracteres. Como já dissemos ontem, estamos presentes no Campus Party Brasil 2009, informando sobre os assuntos mais interessantes e inovadores que estiverem rolando no evento. Uma iniciativa que sem dúvida gerará bons frutos.

Sem mais delongas, acompanhe a @midiadigital no Twitter.

Por Luís Guilherme Rodrigues

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Mídia Digital lança novo site de Natal do HSBC

24/11/2008 - 14:48 - Clientes, Geral, Mídia Participativa, Web 2.0

Já está no ar o site de Natal do HSBC 2008, que este ano traz o tema “Natal Feito Criança”.

Esse é o 4° trabalho que a Mídia Digital realiza para o Natal do HSBC. O site conta com músicas cantadas pelo coral infantil do HSBC, galeria de fotos, calendário de apresentações, entre outros atrativos. Há também novidades interessantes este ano: os cartões animados, onde você pode inserir sua foto ou a foto de alguém querido para alegrar seu Natal, e o concurso de vídeos “Coloque sua criatividade na janela”, cujo vencedor vai assistir ao espetáculo de Natal do Palácio Avenida em camarote VIP, tendo direito a passagem e hospedagem com acompanhante. O primeiro e o segundo colocado do concurso também ganham um notebook cada.

Confira todas as informações no site de Natal do HSBC 2008: www.natalfeitocrianca.com.br.

Natal HSBC 2008

Por Patricia Zgoda

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Geração M: Tudo ao mesmo tempo agora

04/12/2007 - 15:52 - Geral, Mídia Interativa, Mídia Participativa, Reflexão, Tendências

Já foi dito que o indivíduo é um reflexo de seu tempo. Na era da informação em que vivemos, essa imagem tem ficado mais nítida nos últimos anos. Estamos falando de uma nova geração nascida e/ou criada junto com a internet, onde o processo de leitura não tem linearidade. São jovens na faixa dos 20 anos ou menos, que desdobram seu browser em diversas abas ou janelas, conversam com várias pessoas on-line através de um instant messenger, ouvem música num mp3 player ou assistem à TV, tentam estudar ou trabalhar… Tudo isso ao mesmo tempo, sem contar o celular que fica por perto na espera de qualquer ligação, e que também pode ser usado para acessar a internet. Multiplicam suas atenções para acompanhar, ou tentar acompanhar, a intensa velocidade do mundo moderno. Geração Internet, iGeração, NetGen (Net Generation), Geração D (Digital), Geração Agora. Os nomes são diversos, e talvez por essa mesma diversidade que a melhor definição acabe sendo Geração M: multiatarefados, multiconectados, multiestimulados, multi-informados.

O ser humano sempre soube fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Corremos no parque ao som de um mp3 player no ouvido, almoçamos assistindo à TV, falamos ao telefone e fazemos anotações em algum papel… Porém, nossa concentração não consegue acompanhar essa simultaneidade, e qualquer mudança de rumo em uma dessas ações exige o “desligamento” da outra. Concentração e reflexão exigem trabalho intelectual, e certa paciência que a geração M não tem. Esse novo público absorve informação de forma mais direta e objetiva, além de ter mais controle e liberdade de escolha sobre o conteúdo que recebe.

Existem poucos estudos publicados sobre esse comportamento. O mais conhecido deles, e responsável pela criação do termo “Geração M”, foi realizado pela fundação norte-americana Kaiser Family em 2005 (disponível aqui). Ainda é cedo pra afirmar se essa forma de aprendizagem “multi” é realmente eficiente. Muitos criticam que os jovens de hoje estão cada vez mais entocados em suas teias particulares, cercados por tantas maravilhas tecnológicas. Outros enxergam nesse público um dinamismo fascinante em conhecer e acompanhar o mundo frenético que nos rodeia. No meio dessa controvérsia, é sempre bom lembrar que o exagero desses estímulos de informação é viciante e exaustivo, e que uma pausa ou “desligada” de vez em quando ajuda a organizar melhor as idéias.

É compreensível que as gerações mais velhas encarem com certo receio e estranheza essa mudança de comportamento. Mas o que no começo é visto como “coisa de adolescente” logo acaba fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa. A “máquina de fazer doido” dos novos tempos é multifacetada, e a Geração M tem muito a ensinar sobre o manual de instruções dessa máquina.

Por Luís Guilherme Rodrigues

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A corrida dos micro-blogs: Twitter x Jaiku x Pownce

17/09/2007 - 16:19 - Geral, Mídia Participativa, Negócios, Referências, Tecnologia, Tendências, Web 2.0

Para quem já se acostumou com a palavra e esqueceu seu significado, “blog” é uma abreviação de “weblog”, que literalmente significa agenda ou diário web. E era assim que os primeiros blogueiros da internet encaravam a ferramenta, como uma forma de relatar para a comunidade on-line suas experiências de vida, seus sonhos e decepções, a maneira como encaravam o mundo ou simplesmente contar o que estavam fazendo no momento. Não foi surpresa ver que os blogs começaram a se tornar populares graças aos adolescentes, o público que mais sente vontade de desabafar e botar a boca no mundo. Hoje, o que antes era visto como um diário virtual teen tornou-se uma poderosa ferramenta de comunicação, para todas as idades e para os mais diversos tipos de profissionais, como jornalistas e empresários.

Passados 10 anos desde seu surgimento, os blogs entram numa nova fase, mais aberta e dinâmica, e num tamanho bem reduzido. Os micro-blogs estão fazendo seu barulho na rede, mesmo que de forma tímida e gradual. Aos poucos, esse novo conceito de se comunicar na internet vem conquistando seu espaço, inclusive aqui no Brasil.

O nome “micro-blog” é auto-explicativo, mas é preciso aprofundar um pouco mais seu significado. Os textos são mais curtos e objetivos, obrigatoriamente pelo limite de caracteres determinado pelas principais ferramentas do gênero. A idéia de micro-blog lembra aquelas mensagens que muitos usuários do MSN Messenger colocam logo abaixo de seus nomes, para expressar seus sentimentos, divulgar alguma notícia, comentar sobre algum evento da atualidade ou simplesmente dar dicas e sugestões para seus amigos e conhecidos. O scrapbook do Orkut também vem à memória, pela forma sucinta e rápida de se comunicar com alguém. E esse conceito de comunicação ágil e objetiva vai mais além, graças ao recurso que permite você atualizar seu micro-blog através de duas ferramentas que estão diariamente em nosso cotidiano digital: celulares e “instant messengers”.

Liderando com folga a corrida dos micro-blogs está o Twitter. Lançado em julho de 2006, somente no começo deste ano a ferramenta começou a se tornar mais popular, e virar um dos assuntos mais comentados da internet. O mote do Twitter é responder a simples pergunta sobre “o que você está fazendo”. Mas antes que virasse um enorme apanhado de frases inúteis como “estou comendo pão com presunto” ou “estou assistindo à novela das oito”, os usuários do serviço perceberam as grandes vantagens que esse novo tipo de comunicação propicia. Os blogueiros mais antenados e influentes da blogosfera sabem bem disso. Eles transformaram o comunicador num grande espaço para troca de idéias, e muitos dos assuntos discutidos em seus blogs são antecipados no Twitter. As utilidades do micro-blog são variadas; é só reparar no que muitos nomes de destaque andam fazendo por lá:

Mas a briga pelo segundo lugar dessa corrida tem sido interessante. Da Finlândia vem o Jaiku, que tem diversas vantagens em relação ao seu principal concorrente. O visual é mais bonito, a usabilidade é melhor, e tem algumas funcionalidades ausentes no Twitter, como criação de canais (grupos de contato) e inserção de comentários nas mensagens. Também na disputa aparece o Pownce, dos mesmos criadores do site de notícias Digg. A ferramenta também tem um visual mais agradável que o do Twitter, e permite ainda o envio de arquivos entre os contatos, uma grande vantagem em relação a seus concorrentes. Mas dois fatores pesam contra o Pownce: ele não permite a integração com celular e ainda não liberou sua API, não permitindo assim que sejam criados mash-ups com a ferramenta. Twitter e Jaiku têm seus códigos acessíveis a qualquer usuário, o que já produziu uma enorme variedade de programas que integram esses aplicativos a outras ferramentas da internet.

Aqui no Brasil, o que atrapalha uma popularização maior desses micro-blogs é o fato de nenhum deles oferecer integração com o IM mais usado por estas bandas, o MSN Messenger (entre os que oferecem essa integração estão o Google Talk e o AIM, ainda pouco populares no Brasil). Também pesa o fato de que a maioria das operadoras brasileiras de celular impede o envio de mensagens SMS para o exterior. Mas é questão de tempo até perceberem o potencial dessas ferramentas, nessa nova fase da comunicação digital.

P.S.: A Mídia Digital já está marcando presença no Twitter.

Por Luís Guilherme Rodrigues

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As próximas ondas – Parte 1

11/09/2007 - 11:46 - Geral, Mídia Participativa, Referências, Tecnologia, Tendências, Web 2.0

Participando e vivendo a Web 2.0, um bom exercício de futurologia, claro, é tentar prever quais serão as próximas ondas da internet.

Das muitas coisas que tenho lido, navegado e discutido ultimamente, um foco tem atraído muito a atenção, vindo diretamente dos laboratórios do Media Labs do MIT, Massachusetts Institute of Technology.

O MIT já é há vários anos um dos principais centros mundiais de excelência em ciências, tecnologia, administração, economia e política. Por suas salas e cadeiras passaram nada menos que 61 prêmios Nobel. Um número bem relevante em uma época em que o conhecimento e suas aplicações práticas são os maiores ativos de um indivíduo, organização ou de um país.

Alguns projetos do Media Labs, seu centro de pesquisa e desenvolvimento de aplicações em TI, internet e mídia são realmente notáveis. Conheçam um pouco do Electronic Lens, também conhecido por E-Lens.
Aviso: Vale muito a pena acessar o site. E não faz mal à saúde.

O E-Lens é uma parceria do MIT com a Cisco, Motorola, Telefonica, a Generalitat de Catalunya (governo da Catalunha, região onde está a cidade de Barcelona) e a escola secundária IES-SEP Lacetània. Ele explora uma integração dos dispositivos móveis ao ambiente físico de uma maneira revolucionária. Através de um telefone celular ou outro aparelho móvel dotado de tecnologia GPS, o usuário escaneia uma tag colocada, por exemplo, em um museu. Após a leitura dessa tag, ele poderá acessar toda a história arquitetônica do edifício, suas exposições atuais e passadas, outros roteiros culturais da cidade, locais de interesse na proximidade, conhecer as opiniões dos visitantes anteriores (em texto, áudio e vídeo) e, evidentemente, efetuar um post com seus comentários ou impressões (também em texto, áudio e vídeo), colaborando com a comunidade e construindo o conteúdo.

O E-Lens se baseia em cinco pontos principais: onde estamos, o quê vemos num determinado momento, com quem interagimos, como nos comunicamos e quais informações nós trocamos.

A junção de mobilidade, mapas, GPS, ferramentas colaborativas e o ambiente físico devidamente pré-classificado com etiquetas legíveis eletronicamente (tags) deverá ser uma realidade nos próximos anos.

Poderemos estar no Parque Ibirapuera e, ao cruzarmos com uma árvore que atraiu nossa atenção, somos impulsionados a conhecer mais a seu respeito. Escaneamos então com nosso celular ou smartphone uma tag verde (uma etiqueta ecologicamente correta) colocada na árvore. Em poucos segundos poderemos conhecer seu nome, origem, população, épocas do ano mais e menos favoráveis, curiosidades, acessar o mapa dos arredores para tomar um refrigerante, conhecer quais os próximos eventos que estão acontecendo no Parque, ver fotos, vídeos e comentários de outras pessoas que já interagiram com aquele ponto e deixar o nosso rastro digital. Quem sabe através de uma bela foto da árvore com o lago do Parque, e ao fundo o skyline da Avenida Paulista.

Em tempo: o Brasil nunca ganhou um prêmio Nobel. Ainda.

Por Alejandro Dicovsky

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Mídia Digital marca presença em debate sobre web local

31/08/2007 - 16:31 - Eventos, Mídia Interativa, Mídia Participativa, Negócios, Tendências

Nosso especialista em projetos inovadores, pesquisa de mercado web e um dos membros da equipe de planejamento da Mídia Digital, Cláudio Palmieri, participou no dia 29 de agosto da 10ª edição do Debate&Rebate do Clube de Criação do Paraná (CCPR) na livraria FNAC de Curitiba. O tema do bate-papo foram as novas tendências da web e a participação do meio nas estratégias de comunicação integrada.

Segundo Palmieri, foram discutidos temas como criação on-line, web 2.0, tendências, comportamento do internauta, números do mercado e usabilidade. Para ele, sua participação no evento foi muito importante, pois foi uma contribuição para o desenvolvimento da web feita no Paraná. “Este tipo de evento é muito bom para o mercado, já que todos os participantes contribuem com suas experiências profissionais”, explica Palmieri.

O Debate&Rebate é organizado pelo CCPR e acontece mensalmente, sempre com um tema diferente. Os encontros têm como objetivo discutir os temas de interesse do mercado de comunicação. A cada edição, o CCPR convida profissionais de destaque para comentar um tópico específico. O debate é enriquecido com a participação da platéia, que pode fazer perguntas e comentários.

Por Marcelo Ribeiro

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Agências “in company”

16/08/2007 - 18:03 - Clientes, Mídia Participativa, Negócios, Reflexão, Tendências

Não é difícil ouvir falar que atendimento bom é aquele que vem até você. Quando comecei a estagiar aqui na Mídia Digital não tinha idéia da expansão de serviços prestados aos nossos clientes.

O fato é que é preciso oferecer serviços diferenciados, por isso o papel da agência é se posicionar como parceira do cliente e não como intermediária.

Com a era da informação e a internet, as empresas possuem seus sites e portais, fazendo com que seja necessário um acompanhamento bem próximo realizado pelos profissionais especializados nesta área. Vivenciar a rotina da empresa e saber de suas limitações pode tornar mais transparente o trabalho a ser feito. A agência Mídia Digital, por exemplo, possui uma equipe exclusiva para o atendimento de jobs do banco HSBC, e conta hoje com 11 funcionários que cuidam da comunicação e do marketing da empresa na internet.

Alessandra Fraresso, designer e coordenadora de Atendimento e Planejamento da Mídia Digital, trabalhou na agência dentro do HSBC com direção de arte por 1 ano, e explica que um dos pontos positivos é a facilidade de se ter aprovações rápidas dos trabalhos solicitados. “É muito mais fácil chegar ao resultado e à solução esperada pelo cliente. Isso traz muito mais satisfação”, comenta Alessandra.

A importância de se trabalhar junto com o cliente é principalmente a percepção de novas oportunidades. O grau de intimidade cresce, a confiança é fortalecida e a qualidade dos serviços também aumenta, pois quando há algum tipo de deficiência ela é imediatamente detectada e resolvida pela equipe de dedicação exclusivamente para o cliente.

Outra diferença de se trabalhar in company é a facilidade e a agilidade para a manutenção do site. “Muitas vezes as atualizações podem ocorrer em prazos de horas, às vezes de minutos, e ter a proximidade de receber a demanda, planejar, criar e publicar é indispensável”, comenta Luciano Campagnoli, bacharel em marketing e um dos integrantes da equipe de planejamento da Mídia Digital dentro do HSBC.

Esse modelo pode ser muito funcional, visto que as empresas passam a contar com a realidade de um planejamento de comunicação e ações propostas segundo um levantamento total de sua história, seus objetivos e metas. E assim, começam a concorrer com mais eficiência no mercado pela alta qualidade dos serviços e pelo comprometimento dos profissionais que se dedicam exclusivamente à empresa.

Por Karine Vargas

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Second Life: uma visão de dentro para fora

18/07/2007 - 18:08 - Clientes, Mídia Participativa, Negócios, Second Life, Tendências, Web 2.0

Uma visão “da agência” sobre o ambiente virtual que popularizou o mundo em 3D na internet

Como falar de um ambiente virtual que conta hoje com mais de 6 milhões de usuários cadastrados e que teve uma movimentação de aproximadamente 1,5 milhões de dólares em 24 horas (segundo dados do próprio site) no dia 24 de maio de 2007? Assim mesmo: este é o Second Life – o “sistema fantasia” que pode gerar dados bombásticos, mitos, falsas e também verdadeiras oportunidades.

Desenvolvido em 2003 e mantido pela empresa Linden Research, Inc., o ambiente virtual é formado pelo cliente e servidor e possibilita um comércio virtual fazendo com que empresas utilizem esses recursos para divulgar suas marcas, expondo de forma “virtual” o que pode se tornar real. É o caso da Mídia Digital, que se utiliza dos recursos proporcionados por esta nova estratégia, estudada desde dezembro do ano passado e concretizada a partir de janeiro deste ano.

É fato que, desde que “chegou” ao Brasil, o Second Life abriu portas para clientes “antenados” com essa mídia emergente e alternativa. Diferente da TV, rádio e outras mídias, a utilização da web somado ao “boom” do Second Life mudou a forma de pensar de empresários que querem mostrar ou apenas testar seus produtos num mundo virtual, resultando num potencial midiático.

Sua naveçagão em 3D, a existência de uma representação de cada usuário no sistema (conhecidos no Second Life como “avatares”), a participação ativa dos residentes que ajudam na construção do ambiente, a detenção da propriedade sobre suas criações, ferramentas de comunicação disponíveis entre os usuários e a existência de uma economia própria são elementos fundamentais para classificar essa tendência de internet do futuro, explica o especialista em marketing Alejandro Dicovsky, coordenador de novos negócios da Mídia Digital em São Paulo.

Mas essas são apenas algumas das características encontradas no Second Life e que talvez o tornem tão “apetitoso”, principalmente aos olhos dos “devoradores” de oportunidades. E uma boa chance, obviamente, jamais pode ser desperdiçada. Com as possilidades amplas do Second Life, a simples presença de uma marca nesse “mundo” já a identifica como inovadora. A inclusão de um cliente nesse projeto é vista como importante: além do cliente estar aberto à nova tendência, gera a integração empresa/cliente.

O jornalista Melqui Jr, arquiteto de informação da agência Mídia Digital, conta que propôs para algumas corporações a inclusão delas no Second Life, e os que aderiram ao sistema foram muito bem sucedidos. Ele explica o porquê: “Sendo uma plataforma virtual, o Second Life propicia uma introdução de usuários a esse novo mundo, aumenta a curiosidade pela “novidade” e, conseqüentemente, as chances de um ótimo negócio. Mas vale ressaltar que a entrada de empresas sem uma ação que levem os usuários à interação é o mesmo que gritar no vácuo, ou seja, não ressoa.“

Já o publicitário Cláudio Palmieri, um dos especialistas em planejamento e inovação da Mídia Digital, acredita que estar à frente das novidades é o que vale. “Nosso objetivo é fazer dos nossos clientes os primeiros, os tornando tendência de mercado”, comenta Palmieri.

Mas as opiniões são divergentes. Segundo matéria publicada em julho deste ano pela revista de economia “Forbes”, o público do Second Life não tem crescido como o esperado, o que causa decepção. A reportagem destaca a dificuldade em monitorar estatísticas, o caráter adulto de grande parte do conteúdo e a fragilidade do controle de propriedade intelectual dentro do ambiente.

Outros dados mostram variações com o número de usuários. Cerca de 40 mil avatares estão simultaneamente conectados. Com mais de 7 milhões de cadastros, apenas 507 mil eram ativos e ficaram mais de uma hora on-line no mês de maio. Numa dimensão de 650km², o Second Life tem uma ocupação de 62 habitantes por km²; ou seja, um campo tão imenso para pouca densidade populacional. É claro que esses números refletem ainda o início do projeto. Com mais empresas participando e com novas ações focadas para os usuários do Second Life esse número certamente irá subir.

Seja como for, é inevitável o interesse pelo Second Life, afinal ele trás o novo, o que ninguém costumava ver se comparado aos sistemas arcaicos de poucos anos atrás. A motivação das pessoas no mundo on-line tende somente a crescer, e sempre que algo se torna grande, tende a ser alvo de análises e especulações, assim como de oportunidades e brechas para o desenvolvimento de novas formas de negócios.

Por Karine Vargas

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