10/07/2009 - 17:33 - Arquitetura da Informação, Clientes, Design, SEO, Tecnologia
Hoje, colocamos no ar o site do iDig, o novo Centro de inteligência digital, no Rio de Janeiro, que oferece uma série de cursos e palestras para profissionais e estudantes ligados ao meio digital.
Guilherme Gomide (CEO e Fundador da Midia Digital), Willie Taminato (Gerente de Planejamento), Luiz Yamada (Analista de Sisitemas) e Marcelo Andrade (Gerente de Mídia Online) estão entre os profissionais que irão ministrar alguns desses cursos.
Em conjunto ao site, faremos ações de Social Media e Mídia Online. Conheça o iDig!

Por Samille Sousa
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06/05/2009 - 18:09 - Arquitetura da Informação, Clientes, Design, Mídia Digital, Tecnologia
O novo site do HSBC Chile está no ar. Fizemos um redesenho completo do portal, com destaque na parte visual e valorização da marca, sem deixar de lado os aspectos humanos da corporação.
Além disso, ferramentas de acessibilidade foram incluídas para que os usuários com necessidades especiais possam acessar o conteúdo do site.
Ações de otimização para mecanismos de busca (SEO) também fizeram parte desse projeto.

Parabéns para a equipe Mídia Digital por mais um trabalho internacional desenvolvido!
Por Samille Sousa
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20/03/2009 - 17:20 - SEO, Tecnologia, Web 2.0
O hagahbot é uma ferramenta onde os usuários, via Messenger, tem a possibilidade de fazer consultas de locais e serviços em mais de 250 mil estabelecimentos cadastrados no hagah.
Como funciona o serviço?
- Adicione o hagahbot à sua lista de contatos no MSN ou no Google Talk, ou o seu endereço de e-mail na página do hagahbot.
Além disso, o serviço oferece a possibilidade de você fazer buscas de endereços numa base de mapas que cobre todo o Brasil.
No hagah, você encontra diversas opções culturais nas principais regiões do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Por Samille Sousa
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11/03/2009 - 17:10 - Clientes, Eventos, Mídia Digital, Mídia Participativa, Redes Sociais, Tecnologia, Tendências, Web 2.0
Hoje pela manhã, Guilherme Gomide, diretor da Mídia Digital, participou do painel Mídias Sociais: Conceito, Aplicações e Tendências. “Criação Conectada” – Mundo digital”, no DIGITAL MEDIA CONFERENCE II – Interatividade & Convergência do Marketing Digital 2.0, em São Paulo.
Guilherme Gomide falou sobre Social Media, Photo Sharing, abertura de canais de comunicação com clientes, entre outros assuntos e ainda citou alguns casos sobre a temática em questão.
Por Samille Sousa
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28/10/2008 - 09:38 - Eventos, Geral, Tecnologia, Tendências, Web Standards
No dia 30 de Setembro, aconteceu o 1º Fórum W3C Brasil – Por uma Web Única em São Paulo. Tive a honra de comparecer ao evento em nome da Mídia Digital, agência na qual trabalho e que, certamente, sabe investir na área de Web Standards.
Neste artigo vou fazer uma análise do evento, destacando os principais assuntos abordados e o que concluímos para que, no próximo evento, entrem em pauta e auxiliem no crescimento do escritório da W3C no Brasil.
Pioneiros no ensino dos Web Standards em nosso país, o pessoal da iLearn foi representado por Everaldo Bechara (presidente da empresa), que comentou a necessidade de atuarem como evangelizadores, principalmente pela resistência natural que o brasileiro tem contra padrões. Um dos pontos mais interessantes de sua palestra foi o comentário sobre a flexibilidade do uso dos Web Standards para webdesign, pois este não limita a criatividade; pelo contrário, amplia as possibilidades, pois não é necessário fazer uma arquitetura totalmente baseada na idéia de tabelas, como era feito antigamente. Muitos designers pensam o contrário, mas a realidade é que a adoção dos Web Standards trará mais flexibilidade ao layout, ao mesmo tempo em que padroniza os elementos.
Além disso, muito foi comentado sobre acessibilidade, principalmente pela adoção de certas regras para melhorá-la em projetos governamentais. O decreto 5296 ajudará na conscientização da necessidade do XHTML e CSS que, somente por serem utilizados corretamente, já garantem cerca de 60% do uso por deficientes. Para que este decreto vire lei, haverá uma convenção da ONU em breve, o que certamente possibilitará na normatização de tais regras de acessibilidade e os governos ficarão mais atentos a elas.
Porém, um ponto em que ainda temos muita dificuldade, e pelo jeito ainda teremos por um bom tempo, é a incompatibilidade de certos navegadores com padrões adotados pela W3C; é só vermos o exemplo do SVG, ainda não suportado pelo Internet Explorer 8, em fase beta.
O governo adotando os Web Standards
A palestra de Ricardo Kobashi, coordenador dos sites de governo na Secretaria de Comunicação de São Paulo, mostrou como o pessoal está agindo para implementar os Web Standards no meio governamental. Sabemos que novidades nem sempre são bem-vindas, mas quando se fala em dinheiro o pessoal acaba prestando atenção. E foi tocando nesse assunto que eles conseguiram convencer os governantes, pois a adoção dos Web Standards gera economia, uma vez que se faz “mais com menos”, e esse é bom argumento para utilizarmos com qualquer cliente!
Mas não é só na economia que os Web Standards contribuíram: a comunicação entre os sites foi facilitada. Ou seja, a interoperabilidade entre eles ficou mais prática, já que foi adotado um padrão e, sempre que adotamos padrões, fica mais fácil para desenvolver e realizar manutenções. O pessoal do Governo de São Paulo estava procurando por esse padrão a ser adotado e, certamente, a adoção dos padrões estabelecidos pela W3C foi a melhor escolha.
Quer saber o que eles já fizeram em termos de acessibilidade no Governo de São Paulo? Um belo exemplo é o site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Acessibilidade sempre, em qualquer projeto
Como já comentei, acessibilidade foi um tema muito comentado nesse evento e, como não poderia deixar de ser discutido, o fato de que devemos utilizar AJAX com muito critério. Na palestra do Gustavo da Gama Torres, foram exemplificados certos casos muito comuns na era da “Web 2.0″, que prejudicam muito o uso do site por pessoas deficientes.
Por isso, ao elaborar novas aplicações, é preciso ter em mente o público-alvo e tomar cuidado para que todos possam aproveitar esses recursos, sem o uso de tecnologias específicas como o próprio AJAX ou Flash, por exemplo. Para ter mais segurança neste quesito, nada melhor que fazer testes de acessibilidade, elaborando certas metas a serem atingidas com o site e se esses objetivos foram alcançados com pessoas deficientes ou não.
Os caminhos para a Web Semântica
Uma das gratas surpresas do evento foi a presença de Klaus Birkenbihl, coordenador dos Escritórios Internacionais do W3C, que falou um pouco sobre a função da W3C e a importância da padronização no modo de exibir os dados assim como foram produzidos na criação. Este é um dos princípios básicos do HTML.
A W3C tem como um dos fundamentos passar a idéia de que a tecnologia web deve ser interoperável e de que os padrões devem ser abertos. Conseqüentemente, a W3C objetiva possibilitar que tudo deve ser acessível, independente do lugar no qual isso está sendo acessado, ou da capacidade do dispositivo usado, entre outros fatores.
Achei bem interessante Klaus falar sobre o uso do texto “Clique aqui” em links, o que é totalmente errado e ainda praticado. Posso dizer que ainda vejo muito disso, mas o fato é que esse texto não diz nada sobre o que o usuário irá visitar (como em leitores de tela, por exemplo) e, em caso dos robôs de busca, também não será nada relevante. Por isso, o link deve ser descrito de maneira correta, facilitando a vida dos usuários e dos sistemas de busca!
Também foi comentado que o princípio básico da Web Semântica é classificar as informações e categorizar o conteúdo para que as máquinas possam entendê-lo também. Já vemos belos exemplos em Microformats, mas também temos o RDF, padrão adotado pela W3C. Houve até uma certa discussão sobre RDF, e em quais casos é mais utilizado. Klaus falou que o indicado é tentar converter todos os que conseguir, apesar de não ser o necessário.
Considerações finais
O evento foi muito interessante, pois abordou diversos assuntos presentes em nosso cotidiano, principalmente na questão da acessibilidade, que vem sendo cada vez mais adotada e ainda vai se tornar um assunto muito comum para quem trabalha com web. Porém, acho que a maior contribuição foi a reunião de um grupo de pessoas realmente interessadas em contribuir com o escritório brasileiro da W3C e, certamente, outros encontros como esse acontecerão no futuro.
O importante é o pessoal juntar idéias e propostas para que a representatividade do Brasil, nas questões internacionais, seja cada vez maior, e possamos ajudar a criar novos padrões, além de simplesmente adotá-los.
Quem quiser ver algumas fotos do evento, montei uma galeria de imagens no Flickr.
Por Carlos Eduardo de Souza
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03/10/2008 - 18:35 - Geral, Mobile, Reflexão, Tecnologia, Tendências, Usabilidade
Nos últimos anos, não houve um aparato tecnológico tão badalado e comentado quanto o iPhone. Capa de diversas revistas mundo afora, o celular da Apple foi celebrado como uma revolução, exageros à parte. Finalmente, o aparelhinho chegou ao Brasil (oficialmente, pois nestes velozes tempos da comunicação digital, o iPhone é um clandestino desde o dia em que o primeiro modelo foi lançado mundialmente, em 2007).
O propósito aqui não é elogiar nem criticar o telefone da Apple. A idéia é apenas aconselhar quem está querendo entrar na onda do iPhone sem saber muito bem o que está comprando. Antes de comprar qualquer celular, é muito importante ter a noção do que você pretende fazer com ele. Se você quer apenas usá-lo como telefone, se pretende tirar fotos e fazer vídeos, se vai acessar bastante a internet por ele… Pra você ter uma idéia, o iPhone não faz gravações em vídeo e nem permite o envio de MMS. Muitos podem se deslumbrar com a tela sensível ao toque, mas outras marcas que estão há mais tempo no mercado da telefonia celular devem lançar, muito em breve, aparelhos com a mesma tecnologia, além de possuírem recursos que o iPhone não oferece. É preciso pesquisar os diversos modelos que já estão disponíveis e ver qual se encaixa mais com seu perfil.
Mas não se pode negar que se trata de um dos melhores brinquedinhos criados para adultos nos últimos tempos. Já existem inúmeros aplicativos disponíveis para o iPhone que o transformam numa espécie de canivete suíço do século 21. Além disso, a Apple tem histórico em produzir sistemas simples de serem usados e ótimos em usabilidade, e com seu telefone isso não é diferente.
Então, você precisa mesmo de um iPhone?
Por Luís Guilherme Rodrigues
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