Interatividade gerando resultados

Mídia Digital

Você precisa mesmo de um iPhone?

03/10/2008 - 18:35 - Geral, Mobile, Reflexão, Tecnologia, Tendências, Usabilidade

Nos últimos anos, não houve um aparato tecnológico tão badalado e comentado quanto o iPhone. Capa de diversas revistas mundo afora, o celular da Apple foi celebrado como uma revolução, exageros à parte. Finalmente, o aparelhinho chegou ao Brasil (oficialmente, pois nestes velozes tempos da comunicação digital, o iPhone é um clandestino desde o dia em que o primeiro modelo foi lançado mundialmente, em 2007).

O propósito aqui não é elogiar nem criticar o telefone da Apple. A idéia é apenas aconselhar quem está querendo entrar na onda do iPhone sem saber muito bem o que está comprando. Antes de comprar qualquer celular, é muito importante ter a noção do que você pretende fazer com ele. Se você quer apenas usá-lo como telefone, se pretende tirar fotos e fazer vídeos, se vai acessar bastante a internet por ele… Pra você ter uma idéia, o iPhone não faz gravações em vídeo e nem permite o envio de MMS. Muitos podem se deslumbrar com a tela sensível ao toque, mas outras marcas que estão há mais tempo no mercado da telefonia celular devem lançar, muito em breve, aparelhos com a mesma tecnologia, além de possuírem recursos que o iPhone não oferece. É preciso pesquisar os diversos modelos que já estão disponíveis e ver qual se encaixa mais com seu perfil.

Mas não se pode negar que se trata de um dos melhores brinquedinhos criados para adultos nos últimos tempos. Já existem inúmeros aplicativos disponíveis para o iPhone que o transformam numa espécie de canivete suíço do século 21. Além disso, a Apple tem histórico em produzir sistemas simples de serem usados e ótimos em usabilidade, e com seu telefone isso não é diferente.

Então, você precisa mesmo de um iPhone?

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 5

A onipresença do Firefox

22/09/2008 - 18:56 - Geral, Tecnologia, Tendências, Usabilidade, Web 2.0

Conforme falamos no último post, a Google entrou de vez na guerra dos navegadores. Foi notícia até no Jornal da Globo. Mas bem antes de todo esse falatório em torno do Chrome, o navegador da Raposa de Fogo apresentava sua pequena, porém poderosa, arma. O Ubiquity do Firefox é muito mais do que um simples complemento do navegador, e promete mudar a forma como navegamos pela web.

Antes, um pouco de informação. Ubiquity, ou ubiqüidade em português, significa “onipresença; qualidade de um ser que dá a impressão de estar física e simultaneamente presente em diversos lugares, pessoas e coisas” (obrigado, Houaiss!). O novo aplicativo do Firefox permite criar mashups a partir de vários serviços web, sem ter muito conhecimento técnico. É uma verdadeira coleção de simples comandos de texto que os usuários podem usar para manipular a informação recebida de diversas fontes, “misturando-as” com outras formas de informação. Uma maneira de interação na web de forma simples, rápida e, porque não, divertida.

Um exemplo básico: fazer uma busca no Google. Através do Ubiquity, é só selecionar a palavra ou palavras a serem pesquisadas, e digitar Ctrl+Enter (esse comando pode ser alterado nas configurações). Surgirá essa tela a seguir:

Ubiquity (Google)

Repare que o comando do Google é o primeiro a aparecer nessa lista, e como já está selecionado, os resultados da busca aparecem na própria tela do Ubiquity. Mas se preferir, basta apertar Enter de novo e você é direcionado à página do Google em questão.

E se por acaso você quiser fazer uma busca no Flickr (que não aparece de cara na primeira tela)? É só digitar Flickr e a palavra-chave a ser buscada e clicar Enter. Ou então selecionar a palavra-chave num texto da web, Ctrl+Enter e digitar Flickr (ou menos que isso, já que à medida que você digita o nome do comando, ele já traz as opções de comando disponíveis em seu Ubiquity).

Ubiquity (Flickr)

Para descobrir os inúmeros comandos disponíveis para o Ubiquity, é só acessar https://wiki.mozilla.org/Labs/Ubiquity/Commands_In_The_Wild. Realmente é uma imensa variedade de ações e possibilidades, então vale muito a pena dar uma olhada nesse link.

O Google já prometeu lançar em breve os esperados complementos para o Chrome. Resta saber se serão páreos para os add-ons já disponíveis para o Firefox, e para a pequena revolução chamada Ubiquity.

Saiba mais sobre o Ubiquity

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 0

A nova arma do Google

10/09/2008 - 11:27 - Design, Geral, Tecnologia, Tendências, Usabilidade

A Mozilla fez um grande estardalhaço no lançamento do Firefox 3.0. Houve toda aquela campanha para se bater o recorde de downloads de um programa num único dia (feito alcançado), e a blogosfera tratou de propagar o buzz sobre as novas funcionalidades do navegador (Awesome Bar, Favoritos, Identificação de Segurança, etc.). No balanço geral, grau de satisfação alto entre os usuários da “Raposa de Fogo”. Mas nada ameaçador para a grande popularidade do Internet Explorer.

Nos bastidores dos acontecimentos, um certo gigante estava arquitetando a sua entrada nessa briga. No espaço de um dia, o Google apresentou e lançou seu mais novo rebento, o Chrome. E o novo navegador tem boas armas para enfrentar seus adversários.

O design minimalista e o visual “clean”, já presentes em outros aplicativos do Google, chamam atenção à primeira vista. Azul pálido, apenas os botões essenciais para a navegação e o máximo de espaço possível para a tela do website visitado.

Chrome4

Assim que se inicia o Google Chrome, mais novidades. Ao contrário do Firefox, as abas de navegação estão no topo da janela do próprio programa, não dentro dele. A página inicial apresenta links diretos para os sites mais visitados pelo usuário, além de seus favoritos mais recentes; uma forma de agilizar a navegação. Por falar em agilidade, o Chrome possui um novo sistema de velocidade que permite executar códigos JavaScript de forma muito mais rápida que seus concorrentes. É só navegar um pouquinho que já se sente a diferença da velocidade.

Cada aba do Chrome é carregada separadamente; logo, se uma aba travar durante a navegação, não é preciso fechar todo o navegador, apenas a aba em questão. Não dá pra deixar de mencionar a barra inteligente de navegação, que assim como sua equivalente no Firefox, é capaz de acessar sites já visitados através de palavras-chaves e fazer buscas diretamente no… Google.

Como qualquer produto beta, o Chrome ainda não está 100%, e ainda apresenta algumas falhas, até mesmo para carregar páginas do próprio Google. Mas promete esquentar bastante a guerra dos navegadores. Para quem quiser experimentar o novo brinquedinho, é só baixá-lo no site oficial.

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 0

Empresas investem na busca por posição na Internet

03/07/2008 - 11:29 - Geral, Negócios, SEM, SEO, Tendências

O rápido crescimento nos canais de comunicação e o alto volume de dados disponibilizados na web têm motivado várias empresas, nos últimos anos, a se preocuparem não apenas nas informações e conteúdos que são publicados na rede. Essas empresas apostam cada vez mais em tecnologia e com isso esperam obter, pelo menos, um bom posicionamento em resultados de buscas na internet. Mas como fazer para saber se há visitas em seu site, como saber o que as pessoas que acessam seu site procuram, ou o que deve ser mudado para melhorar o acesso e satisfazer tanto o internauta como o cliente?

Para o publicitário Willie Taminato, coordenador de SEO e conteúdo da Mídia Digital, há dois tipos de preocupações do cliente na hora de contratar uma empresa para o trabalho de otimização de um site. A primeira é “se eu contratar seu serviço, qual a garantia de ter os melhores resultados na busca orgânica (não paga) e de estar nas primeiras posições?”. A segunda seria recorrente aos tipos de modificações que serão sugeridas para que essa melhoria ocorra.

Sobre a primeira preocupação, Willie Taminato disse que o posicionamento da equipe de SEO da Mídia é de não garantir nenhum ranking ou posição determinada e, de forma transparente, explicar passo a passo o que seria necessário para que os buscadores possam identificar os principais termos de um site e colocá-lo nas melhores posições dos resultados orgânicos. Nesse caso, Willie explica que o trabalho da equipe é baseado em aplicação de melhores práticas e, historicamente, tem havido bons resultados em médio/longo prazo. Caso o cliente queira uma posição específica e um resultado em curto prazo, sempre há a possibilidade de investimento nos links patrocinados que, combinado com o trabalho de SEO, pode trazer excelentes resultados para um site.

Já para as possíveis modificações sugeridas para a melhoria de um site, Willie diz que “as recomendações são personalizadas para cada website. Em alguns casos, os sites estão estruturados de uma forma em que algumas orientações de SEO não seriam práticas. Nesse ponto, procura-se sempre tentar identificar as principais oportunidades, com fácil aplicação e que podem trazer o maior resultado de SEO possível, sempre em conjunto com o cliente. Recomendamos também que o acompanhamento de SEO seja feito logo no início do processo de redesenho ou criação de um site.”

Nos trabalhos de otimização feitos pela equipe de SEO da Mídia Digital, são utilizados indicadores focados em 3 pilares:
- Indexação de páginas (quantas páginas do site os buscadores conseguem reconhecer e armazenar em sua base de dados);
- Conteúdo (como os buscadores classificam – por palavras-chave – as páginas que consegue indexar);
- Ranking (qual a relevância da página para os buscadores para que ela apareça nas melhores posições nos resultados de busca).

Willie recomenda ainda que, antes do início dos trabalhos de otimização, seja feita uma “fotografia” dos indicadores de SEO para que, no final do processo, possa ser feita uma análise da efetividade da otimização. “Além disso, uma boa prática é implementar uma alteração de cada vez e mensurar semanalmente os indicadores para ver que tipo de modificação é mais efetiva. Por isso, uma informação importante: SEO traz resultados a médio e longo prazo, mas o trabalho e monitoramento devem ser feitos constantemente”.

Por Patricia Zgoda

comentários: 0

Gadgets e Widgets são o foco de novo setor da Mídia Digital

24/06/2008 - 10:42 - Clientes, Geral, Mercado, Tecnologia, Tendências

A Mídia Digital inova mais uma vez no sentido de aprimorar os produtos e serviços para seus clientes. A empresa possui agora um novo setor voltado especialmente para o desenvolvimento de Gadget Ads e Widgets para desktops. A iniciativa amplia o leque de negócios para soluções interativas, e a expectativa é que a nova área seja responsável por 15% do faturamento da empresa até 2009.

Tiago Luz, gerente de Search, Mídia On-line e Data Intelligence da Mídia Digital, será o coordenador da área. Ele vai gerenciar um time de programadores dedicados exclusivamente a essa função, além de uma equipe comercial atuando em Curitiba e São Paulo. A nova divisão da Mídia Digital contará também com uma “fábrica de idéias”, grupo voltado aos estudos de novos Gadgets e Widgets, além de um laboratório de testes para os produtos desenvolvidos.

Desde o início deste ano, a Mídia Digital já desenvolve projetos nessa área para clientes como HSBC, Tecnisa, Atec, Merck, Johnson & Johnson e Sack’s. A grande procura por esses produtos motivou a criação dessa nova divisão da empresa. O alto grau de interatividade e a disponibilização de um número maior de informações são os principais diferenciais dessas duas ferramentas.

Os Gadget Ads são anúncios veiculados na rede de conteúdo do Google, Yahoo, MySpace, entre outros. Funcionam como “sites dentro de sites”, e permitem a criação de conteúdo sofisticado e interativo dentro de pequenos espaços, como vídeos, jogos e aplicativos produzidos com tecnologias Flash e AJAX.

Nos mesmos moldes, os Gadgets ou Widgets para desktop podem ser instalados nas plataformas Windows, Mac ou no Google Desktop. Nesse caso, o cliente entra em contato com a marca apenas ligando seu computador, sem precisar estar conectado à internet.

Veja abaixo um exemplo de gadget criado pela Mídia Digital para a Tecnisa:

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 2

Qualificando a web

27/02/2008 - 10:42 - Geral, Tendências, Web 2.0, Web Standards

O “bum!” dessa tal de Web 2.0 está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é Web 2.0 pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e web services. Mas calma! Vamos respirar fundo e pensar onde tudo isso pode nos levar. Todas essas tecnologias e novidades são ótimas e com certeza elas já estão fazendo parte do nosso dia-a-dia. Precisamos saber o que está faltando e como aprimorar a Web. A aceleração tecnológica na internet – como também da comunicação – impulsionada até agora pela quantidade, chega ao seu termo, onde já é preciso um adicional qualitativo que organize, dê sentido, coordene integralmente a Web com a comunicação em todos os sentidos (o efeito invariável do processo pelo desenvolvimento da interatividade do qual não só assistimos como dele fazemos parte). E como falar de comunicação sem essa organização, sem o elemento semântico? Cada palavra real é uma chave-símbolo; cada ponto, a marcação das coordenadas no espaço e no tempo da frase e daquilo a que ela se refere. É impossível qualquer comunicação sem essa ordem. Logo a Web pedirá convenções como a linguagem real, um dia, pediu as suas (a passagem da forma falada para a forma escrita). Pedirá porque a comunicação virtual a integrará dentro de si.

Independente de qual tecnologia dos servidores está sendo usada, devemos nos preocupar com o quê o navegador está disponibilizando aos usuários! E é ai, exatamente nesse ponto, que entram os padrões Web (Web Standards), e assim começa a nossa conversa.

O W3C, responsável por criar os Web Standards, desenvolve tecnologias focadas no client-browser, para que com isso seus produtos possam se relacionar diretamente com os usuários, e tudo isso sem fins lucrativos.

Então pense: o que temos até agora é uma Web cheia de interatividade e os vários padrões e diretrizes totalmente focados nos usuários. Podemos integrá-los!

A idéia: unir essas duas ideologias focando em obter resultados que sejam agradáveis a todos, e com isso levar a Web ao seu potencial máximo.

O futuro da Web está relacionado com padrões e semântica. A nossa querida Web 2.0 necessita de padrões, e o momento tão esperado que estamos aguardando é quando ela vai estar harmonizada com os Web Standards. Aí então estaremos na nova geração da Web: a famosa Web 3.0 será o período onde a preocupação serão os dados semânticos.

A Web 2.0 e os Web Standards se relacionam perfeitamente. Afinal, toda essa história de Web 2.0 e Web 3.0 já existe há muito tempo – apenas não foi muito aplicada e reconhecida. Igual à história do Ajax, que já existia há alguns anos, antes mesmo de ser titulado como Ajax.

Querendo ou não, dado o futuro da internet, eis o que há de ser feito:

Web 2.0: Relacionamento e colaboração do usuário.

Unida com

Web Standards: algo mais organizado, acessível, simples e semântico.

Pronto. Simples assim, está perfeito.

Todos vão sair ganhando: seja eu, você, usuários, clientes, patrões, programadores, designers, etc.

Enfim, como todos vão lucrar, muitos já estão se preocupando com isso. Algumas empresas já estão se adequando a essa geração.

E você, já está se preocupando também ou quer ser considerado uma obra de museu???

(Texto publicado originalmente no site Web Standards Blog)

Por Gustavo Krause

comentários: 2

Geração M: Tudo ao mesmo tempo agora

04/12/2007 - 15:52 - Geral, Mídia Interativa, Mídia Participativa, Reflexão, Tendências

Já foi dito que o indivíduo é um reflexo de seu tempo. Na era da informação em que vivemos, essa imagem tem ficado mais nítida nos últimos anos. Estamos falando de uma nova geração nascida e/ou criada junto com a internet, onde o processo de leitura não tem linearidade. São jovens na faixa dos 20 anos ou menos, que desdobram seu browser em diversas abas ou janelas, conversam com várias pessoas on-line através de um instant messenger, ouvem música num mp3 player ou assistem à TV, tentam estudar ou trabalhar… Tudo isso ao mesmo tempo, sem contar o celular que fica por perto na espera de qualquer ligação, e que também pode ser usado para acessar a internet. Multiplicam suas atenções para acompanhar, ou tentar acompanhar, a intensa velocidade do mundo moderno. Geração Internet, iGeração, NetGen (Net Generation), Geração D (Digital), Geração Agora. Os nomes são diversos, e talvez por essa mesma diversidade que a melhor definição acabe sendo Geração M: multiatarefados, multiconectados, multiestimulados, multi-informados.

O ser humano sempre soube fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Corremos no parque ao som de um mp3 player no ouvido, almoçamos assistindo à TV, falamos ao telefone e fazemos anotações em algum papel… Porém, nossa concentração não consegue acompanhar essa simultaneidade, e qualquer mudança de rumo em uma dessas ações exige o “desligamento” da outra. Concentração e reflexão exigem trabalho intelectual, e certa paciência que a geração M não tem. Esse novo público absorve informação de forma mais direta e objetiva, além de ter mais controle e liberdade de escolha sobre o conteúdo que recebe.

Existem poucos estudos publicados sobre esse comportamento. O mais conhecido deles, e responsável pela criação do termo “Geração M”, foi realizado pela fundação norte-americana Kaiser Family em 2005 (disponível aqui). Ainda é cedo pra afirmar se essa forma de aprendizagem “multi” é realmente eficiente. Muitos criticam que os jovens de hoje estão cada vez mais entocados em suas teias particulares, cercados por tantas maravilhas tecnológicas. Outros enxergam nesse público um dinamismo fascinante em conhecer e acompanhar o mundo frenético que nos rodeia. No meio dessa controvérsia, é sempre bom lembrar que o exagero desses estímulos de informação é viciante e exaustivo, e que uma pausa ou “desligada” de vez em quando ajuda a organizar melhor as idéias.

É compreensível que as gerações mais velhas encarem com certo receio e estranheza essa mudança de comportamento. Mas o que no começo é visto como “coisa de adolescente” logo acaba fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa. A “máquina de fazer doido” dos novos tempos é multifacetada, e a Geração M tem muito a ensinar sobre o manual de instruções dessa máquina.

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 2

Computadores – Cada vez mais, cada vez menos

20/11/2007 - 15:37 - Etc..., Geral, Mercado, Negócios, Tecnologia, Tendências

O Natal já está aí dobrando a esquina… Tempo de celebração, fartura, reflexão, e tudo aquilo que todo mundo já sabe. Mas não dá pra esquecer dos presentes! E cada vez mais na preferência de quem se comportou bem neste ano, os computadores.

Em 2007, o mercado nacional de informática pode atingir uma marca histórica. Segundo estudos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), pela primeira vez no Brasil a venda de computadores deve ultrapassar a venda de aparelhos de televisão, com 10 milhões de unidades vendidas contra 9,5 milhões de televisores. Diversos fatores impulsionaram a procura por computadores nos últimos tempos: a queda do dólar, a redução dos preços e a contribuição do Governo Federal através de iniciativas como a Lei do Bem (isenção de PIS e COFINS para desktops de até 3.000 reais e notebooks de até 2.500 reais) e o programa Computador para Todos. Hoje, ter um computador de mesa não é mais o luxo de alguns anos atrás, embora ainda não tenha o mesmo alcance da TV nas casas das famílias brasileiras. E quem já tem um desktop já procura uma segunda opção com o notebook, que também não é a mesma fortuna de antigamente.

Nos Estados Unidos, já há um bom tempo os computadores vendem mais do que televisores. Em 2006, foram 28 milhões de micros vendidos, contra 22 milhões de aparelhos de TV. Mas o atraso do cenário tecnológico brasileiro é ainda maior se olharmos mais para o Oriente, precisamente para Japão e Coréia do Sul. Pois nessas duas potências asiáticas, os PCs estão cada vez mais perdendo força, despencando gradualmente em vendas. Brinquedinhos como smartphones, TVs de tela plana, câmeras digitais de alta capacidade e videogames de última geração (Wii, XBox 360 e Playstation 3) são hoje muito mais atraentes aos olhos orientais.

Estamos falando de uma nova geração onde mais da metade dos consumidores usa o telefone celular para acessar a internet e fazer compras on-line. Só na Coréia do Sul, 45% de toda as vendas de músicas são feitas através de celulares. No Japão, uma das fábricas mais tradicionais no setor de informática, a Hitachi, encerrou recentemente a produção de computadores pessoais. Ainda é cedo para fazer previsões, mas tendo em vista a tradição do mercado asiático em apontar tendências no universo tecnológico, estamos caminhando para nos tornarmos verdadeiros computadores ambulantes.

Bem longe desse estilo “Jetson” de vida, aqui no Brasil é de se comemorar a crescente informatização de nossa sociedade. Embora apenas 19% dos lares brasileiros tenham um computador (dados da Fundação Getúlio Vargas), o mundo da informática nunca esteve tão acessível como agora à parcela da sociedade que mais precisa de cultura e informação, ou seja, a maioria da nação brasileira. E esse acesso deve ficar mais rápido nos próximos anos, segundo o Ministro das Telecomunicações Hélio Costa, que afirmou recentemente que o Governo Federal pretende implantar internet de banda larga para todo o Brasil até 2010.

Mais computadores por aqui, menos computadores por lá… O fundamental é todos terem acesso facilitado ao conhecimento, em qualquer lugar do planeta, através de qualquer mídia.

Por Luís Guilherme Rodrigues

comentários: 1

Mídia Digital é referência entre agências digitais segundo revista Info Exame

12/11/2007 - 09:49 - Negócios, Referências, Tecnologia, Tendências

Na edição de novembro da revista Info Exame, a Mídia Digital é citada como uma das principais agências de comunicação on-line do Brasil.

Em uma matéria publicada na editoria de Carreira e que aborda o mercado de trabalho de profissionais de TI em agências de propaganda, a Mídia Digital aparece entre as agências digitais que também possuem esse tipo de profissional e que atuam como fornecedores para agências tradicionais que optam pela terceirização.

Por Marcelo Ribeiro

comentários: 1

O papo foi: conteúdo e SEO

08/11/2007 - 10:14 - Arquitetura da Informação, Eventos, Geral, Referências, Reflexão, SEM, Tendências, Usabilidade, WebWriting

A terça e quarta-feira desta semana (06 e 07/11) foram dias de palestras sobre conteúdo web e otimização de sites para mecanismos de busca na Unicuritiba.

O publicitário Willie Taminato, coordenador de SEO e conteúdo da Mídia Digital, e o jornalista Marcelo Ribeiro, redator e analista de SEO da agência, foram palestrantes da Semana de Comunicação organizada pela universidade.

A palestra foi dividida em dois dias – no primeiro foram abordadas questões teóricas sobre conteúdo e arquitetura de informação, e no segundo dia a conversa foi toda voltada para a otimização de sites para os mecanismos de busca e sobre como trazer tráfego para um website.

Deixamos abaixo os slides da apresentação:

Por Marcelo Ribeiro

comentários: 0

Mídia Digital Curitiba Mídia Digital
Curitiba: Rua Reinaldino S. de Quadros, 367 - Alto da XV - Cep: 80045-070 PR Brasil
Fone: (41) 3311-7700
Uma empresa do grupo WPP.
Leaders in Advertising, Digital, Marketing.