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	<title>Mídia Digital &#187; Web Standards</title>
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	<description>Interatividade gerando resultados</description>
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		<title>Novos padrões e funcionalidades da web &#8211; XHTML2 versus HTML5</title>
		<link>http://www.midiadigital.com.br/blog/web-standards/novos-padroes-e-funcionalidades-da-web-xhtml2-versus-html5/</link>
		<comments>http://www.midiadigital.com.br/blog/web-standards/novos-padroes-e-funcionalidades-da-web-xhtml2-versus-html5/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 20:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Krause</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Standards]]></category>

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		<description><![CDATA[HTML5 e seu mundo comercial

Marcação simples, não rigorosa;
Desenvolvimento rápido;
Custo baixo;
Vulnerável a erros e comodidade na codificação;
Menos risco de problemas visível aos usuários;
Código não confiável;
Preferível para desenvolvimento de pequena quantidade de arquivos com extensão html;
Preferível aos projetos com código com constante alteração;
Não recomendado ao desenvolvimento de ferramentas online, como sistemas administrativos de gerenciamento de conteúdo.

Como HTML5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-size: 1.4em; color: #ec0000;"><abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5 e seu mundo comercial</h4>
<ul>
<li>Marcação simples, não rigorosa;</li>
<li>Desenvolvimento rápido;</li>
<li>Custo baixo;</li>
<li>Vulnerável a erros e comodidade na codificação;</li>
<li>Menos risco de problemas visível aos usuários;</li>
<li>Código não confiável;</li>
<li>Preferível para desenvolvimento de pequena quantidade de arquivos com extensão html;</li>
<li>Preferível aos projetos com código com constante alteração;</li>
<li>Não recomendado ao desenvolvimento de ferramentas online, como sistemas administrativos de gerenciamento de conteúdo.</li>
</ul>
<p>Como <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5 atende legal as necessidades do dia-a-dia comercial, solicitações de clientes e coisas do tipo, esta sendo levado em alta na comunidade de desenvolvedores que são voltados ao dia-a-dia. Neste caso o mercado de navegadores também precisa entrar em cena e atender essas necessidades desses desenvolvedores.</p>
<h4 style="font-size: 1.4em; color: #ec0000;"><abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2</h4>
<p><strong><abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr> não é contra o <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>, mas sim seu sucessor.</strong></p>
<p>Foi baseado na mesma proposta do <abbr title="Extensible Markup Language">XML</abbr> (linguagem praticamente perfeita para estruturação de conteúdo), é voltado a acessibilidade, a independência de dispositivo, usabilidade, interoperabilidade e semântica.</p>
<ul>
<li>Marcação simples, mas rigosa e requer que o desenvolvedor escreva o código correto;</li>
<li>Código confiável;</li>
<li>Recomendado ao desenvolvimento de ferramentas online e sistemas de gerenciamento de conteúdo;</li>
<li>Preferível para desenvolvimento de grandes quantidade de arquivos com extensão html ou xhtml;</li>
<li>Criado para atender melhor as necessidades da web semântica;</li>
<li><strong>Prioriza o conteúdo na web</strong>;</li>
<li>Mais vulnerável a erros e falhas na renderização devido sua rigorosidade na marcação semelhante a do <abbr title="Extensible Markup Language">XML</abbr>;</li>
<li>Tempo de desenvolvimento maior;</li>
<li>Custo mais elevado.</li>
</ul>
<p>Infelizmente devido ao custo e tempo mais elevado o interesse comercial é relativamente baixo, com isso esta cada vez mais em alta <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5 e em baixa <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2.</p>
<p>Não sabemos o futuro do <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2, sabemos com certeza que um dia será necessário incorporar algo mais no <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5, com isso <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5 desce e <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2 sobe ou pelo menos sua proposta é levada em consideração.</p>
<p>Mas então por que <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2 não é a sensação do momento? Pela simplicidade e consequentemente pela maior documentação e implementação nos navegadores que o <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr> 5 permite. Porém, este carece de recursos só disponíveis em <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>2, logo existe a possibilidade de uma junção entre os dois conceitos para a obtenção de uma nova linguagem que atenda ambas necessidades (<abbr title="Extensible Markup Language">XML</abbr> + <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>5 = <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>5). Talvez essa seja uma boa solução.</p>
<p>O <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr> se mantém fiel a proposta inicial do <abbr title="HyperText Markup Language">HTML</abbr>, que é a de estruturação do conteúdo. Infelizmente essa proposta foi alterada com o passar do tempo. O conteúdo da web deve ser priorizado, por isso os webstandards não podem se basear somente nas necessidades do mundo comercial, mas sim em <strong>criar uma web universal, disponível para todos independente de dispositivos de acesso ou deficiências do usuário</strong>.</p>
<p>Não se preocupe com sensação do momento, se preocupe com a web. Essa é a idéia dos web standards.</p>
<h5 style="font-size: 1.4em; color: #ec0000;">Referências:</h5>
<ul>
<li>1º <a title="Os mais novos padrões e funcionalidades da web - Charles McCathieNeville" href="http://www.w3c.br/eventonovospadroesweb/">Café com Browser Opera <acronym title="World Wide Web Consortium">W3C</acronym> Brasil</a> &#8211; &#8220;Os mais novos padrões e funcionalidades da web&#8221; &#8211; Charles McCathieNeville, Diretor de Standards do navegador Opera</li>
<li><a title="Por favor vamos qualificar a Web! - Blog Web Krause" href="http://webkrause.com/blog/2008/02/qualificando-a-web.html">Qualificando a Web</a></li>
<li><a title="Evangelismo dos Web Standards" href="http://webkrause.com/blog/2008/03/evangelizando-padroes.html">Evangelizando padrões</a></li>
<li><a title="Mais um desabafando sobre a web - Blog Web Krause" href="http://webkrause.com/blog/2008/02/pensamentos-como-ondas-relacionados-com-web-30.html">Pensamentos como ondas relacionado com Web 3.0</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Gerador de código válido para vídeos do Youtube feito pela Tecnologia da MD.</title>
		<link>http://www.midiadigital.com.br/blog/tecnologia/gerador-de-codigo-valido-para-videos-do-youtube-feito-pela-tecnologia-da-md/</link>
		<comments>http://www.midiadigital.com.br/blog/tecnologia/gerador-de-codigo-valido-para-videos-do-youtube-feito-pela-tecnologia-da-md/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 19:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samille Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Web Standards]]></category>
		<category><![CDATA[código]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[A Tecnologia da MD desenvolveu um gerador de código válido para vídeos do YouTube. O objetivo é facilitar a inserção de vídeos nos sites, com código válido e de acordo as normas da W3C. Para utilizar o gerador é necessário a URL e as dimensões desejadas para o vídeo, em seguida é gerado um código [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tecnologia da MD desenvolveu um <strong><a href="http://www.midiadigital.com.br/gerador-embed-youtube-valido-w3c/" target="_blank">gerador de código válido para vídeos do YouTube</a></strong>. O objetivo é facilitar a inserção de vídeos nos sites, com código válido e de acordo as normas da W3C. Para utilizar o gerador é necessário a URL e as dimensões desejadas para o vídeo, em seguida é gerado um código que usuário só precisa copiar e colar, garantindo que o código continue válido, além de funcionar em todos os browsers.</p>
<p>Esse código pode ser usado por qualquer pessoa, não só pela Mídia Digital. Aproveitem!</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-344" title="codigoyoutube" src="http://www.midiadigital.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/codigoyoutube-300x235.png" alt="codigoyoutube" width="300" height="235" /></p>
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		<title>Fórum W3C Brasil &#8211; Por uma Web Única</title>
		<link>http://www.midiadigital.com.br/blog/tecnologia/1-forum-w3c-brasil-por-uma-web-unica/</link>
		<comments>http://www.midiadigital.com.br/blog/tecnologia/1-forum-w3c-brasil-por-uma-web-unica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Eduardo de Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web Standards]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de Setembro, aconteceu o 1º Fórum W3C Brasil &#8211; Por uma Web Única em São Paulo. Tive a honra de comparecer ao evento em nome da Mídia Digital, agência na qual trabalho e que, certamente, sabe investir na área de Web Standards.
Neste artigo vou fazer uma análise do evento, destacando os principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 30 de Setembro, aconteceu o 1º Fórum W3C Brasil &#8211; Por uma Web Única em São Paulo. Tive a honra de comparecer ao evento em nome da Mídia Digital, agência na qual trabalho e que, certamente, sabe investir na área de Web Standards.</p>
<p>Neste artigo vou fazer uma análise do evento, destacando os principais assuntos abordados e o que concluímos para que, no próximo evento, entrem em pauta e auxiliem no crescimento do escritório da W3C no Brasil.</p>
<p>Pioneiros no ensino dos <strong>Web Standards</strong> em nosso país, o pessoal da iLearn foi representado por Everaldo Bechara (presidente da empresa), que comentou a necessidade de atuarem como evangelizadores, principalmente pela resistência natural que o brasileiro tem contra padrões. Um dos pontos mais interessantes de sua palestra foi o comentário sobre a <strong>flexibilidade do uso dos Web Standards para webdesign</strong>, pois este <strong>não limita a criatividade</strong>; pelo contrário, amplia as possibilidades, pois não é necessário fazer uma arquitetura totalmente baseada na idéia de tabelas, como era feito antigamente. Muitos designers pensam o contrário, mas a realidade é que a adoção dos Web Standards trará mais flexibilidade ao layout, ao mesmo tempo em que <a href="http://project47.viscountbox.com/melhorando-seu-processo-de-trabalho/">padroniza</a> os elementos.</p>
<p>Além disso, muito foi comentado sobre acessibilidade, principalmente pela adoção de certas regras para melhorá-la em projetos governamentais. O <a href="http://www.acessobrasil.org.br/index.php?itemid=43">decreto 5296</a> ajudará na conscientização da necessidade do XHTML e CSS que, somente por serem utilizados corretamente, já garantem cerca de 60% do uso por deficientes. Para que este decreto vire lei, haverá uma convenção da ONU em breve, o que certamente possibilitará na normatização de tais regras de acessibilidade e os governos ficarão mais atentos a elas.</p>
<p>Porém, um ponto em que ainda temos muita dificuldade, e pelo jeito ainda teremos por um bom tempo, é a incompatibilidade de certos navegadores com padrões adotados pela <a href="http://www.w3.org/">W3C</a>; é só vermos o exemplo do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Svg">SVG</a>, ainda não suportado pelo Internet Explorer 8, em fase beta.</p>
<p><strong>O governo adotando os Web Standards</strong></p>
<p>A palestra de Ricardo Kobashi, coordenador dos sites de governo na Secretaria de Comunicação de São Paulo, mostrou como o pessoal está agindo para implementar os Web Standards no meio governamental. Sabemos que novidades nem sempre são bem-vindas, mas quando se fala em dinheiro o pessoal acaba prestando atenção. E foi tocando nesse assunto que eles conseguiram convencer os governantes, pois a adoção dos Web Standards gera economia, uma vez que se faz “mais com menos”, e esse é bom argumento para utilizarmos com qualquer cliente!</p>
<p>Mas não é só na economia que os Web Standards contribuíram: a comunicação entre os sites foi facilitada. Ou seja, a interoperabilidade entre eles ficou mais prática, já que foi adotado um padrão e, sempre que adotamos padrões, fica mais fácil para desenvolver e realizar manutenções. O pessoal do Governo de São Paulo estava procurando por esse padrão a ser adotado e, certamente, a adoção dos padrões estabelecidos pela W3C foi a melhor escolha.</p>
<p>Quer saber o que eles já fizeram em termos de acessibilidade no Governo de São Paulo? Um belo exemplo é o site da <a href="http://pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/">Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência</a>.</p>
<p><strong>Acessibilidade sempre, em qualquer projeto</strong></p>
<p>Como já comentei, <strong>acessibilidade</strong> foi um tema muito comentado nesse evento e, como não poderia deixar de ser discutido, o fato de que devemos utilizar AJAX com muito critério. Na palestra do Gustavo da Gama Torres, foram exemplificados certos casos muito comuns na era da “Web 2.0&#8243;, que prejudicam muito o uso do site por pessoas deficientes.</p>
<p>Por isso, ao elaborar novas aplicações, é preciso ter em mente o público-alvo e tomar cuidado para que todos possam aproveitar esses recursos, sem o uso de tecnologias específicas como o próprio AJAX ou Flash, por exemplo. Para ter mais segurança neste quesito, nada melhor que fazer testes de acessibilidade, elaborando certas metas a serem atingidas com o site e se esses objetivos foram alcançados com pessoas deficientes ou não.</p>
<p><strong>Os caminhos para a Web Semântica</strong></p>
<p>Uma das gratas surpresas do evento foi a presença de Klaus Birkenbihl, coordenador dos Escritórios Internacionais do W3C, que falou um pouco sobre a função da W3C e a importância da padronização no modo de exibir os dados assim como foram produzidos na criação. Este é um dos princípios básicos do HTML.</p>
<p>A W3C tem como um dos fundamentos passar a idéia de que a tecnologia web deve ser interoperável e de que os padrões devem ser abertos. Conseqüentemente, a W3C objetiva possibilitar que tudo deve ser acessível, independente do lugar no qual isso está sendo acessado, ou da capacidade do dispositivo usado, entre outros fatores.</p>
<p>Achei bem interessante Klaus falar sobre o uso do texto “Clique aqui” em links, o que é totalmente errado e ainda praticado. Posso dizer que ainda vejo muito disso, mas o fato é que esse texto não diz nada sobre o que o usuário irá visitar (como em leitores de tela, por exemplo) e, em caso dos robôs de busca, também não será nada relevante. Por isso, o link deve ser descrito de maneira correta, facilitando a vida dos usuários e dos sistemas de busca!</p>
<p>Também foi comentado que o princípio básico da <strong>Web Semântica</strong> é classificar as informações e categorizar o conteúdo para que as máquinas possam entendê-lo também. Já vemos belos exemplos em <a href="http://project47.viscountbox.com/category/webdesign/web-standards/semantica/microformats/">Microformats</a>, mas também temos o RDF, padrão adotado pela W3C. Houve até uma certa discussão sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rdf">RDF</a>, e em quais casos é mais utilizado. Klaus falou que o indicado é tentar converter todos os que conseguir, apesar de não ser o necessário.</p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>O evento foi muito interessante, pois abordou diversos assuntos presentes em nosso cotidiano, principalmente na questão da acessibilidade, que vem sendo cada vez mais adotada e ainda vai se tornar um assunto muito comum para quem trabalha com web. Porém, acho que a maior contribuição foi a reunião de um grupo de pessoas realmente interessadas em contribuir com o escritório brasileiro da W3C e, certamente, outros encontros como esse acontecerão no futuro.</p>
<p>O importante é o pessoal juntar idéias e propostas para que a representatividade do Brasil, nas questões internacionais, seja cada vez maior, e possamos ajudar a criar novos padrões, além de simplesmente adotá-los.</p>
<p>Quem quiser ver algumas fotos do evento, montei uma <a href="http://www.flickr.com/photos/putcharles/tags/w3c/">galeria de imagens no Flickr</a>.</p>
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		<title>Profissionais da Mídia Digital participam de fórum sobre padrões da internet</title>
		<link>http://www.midiadigital.com.br/blog/tecnologia/profissionais-da-midia-digital-participam-de-forum-sobre-padroes-da-internet/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 18:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Guilherme Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web Standards]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 30 de setembro, acontece em São Paulo o 1º Fórum W3C Brasil. O evento é realizado pelo escritório brasileiro da World Wide Web Consortium, a principal organização internacional responsável pela criação de padrões e diretrizes para a internet. Entre esses padrões web, estão o CSS, HTML, XML e XHTML.
A Mídia Digital será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 30 de setembro, acontece em São Paulo o 1º Fórum W3C Brasil. O evento é realizado pelo escritório brasileiro da World Wide Web Consortium, a principal organização internacional responsável pela criação de padrões e diretrizes para a internet. Entre esses padrões web, estão o CSS, HTML, XML e XHTML.</p>
<p>A Mídia Digital será representada nesse evento por dois de seus web developers, Carlos Eduardo de Souza e Gustavo Krause. Entre os principais temas a serem discutidos no 1º Fórum W3C Brasil, estão padrões em acessibilidade, usabilidade, mobilidade, web semântica e TV digital. Uma verdadeira troca de idéias sobre os caminhos da internet no presente e no futuro.</p>
<p>O evento é fechado para convidados. Saiba mais sobre o W3C Brasil no <a href="http://www.w3c.br/">site oficial</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Qualificando a web</title>
		<link>http://www.midiadigital.com.br/blog/web-20/qualificando-a-web/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 13:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Krause</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Web Standards]]></category>

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		<description><![CDATA[O &#8220;bum!&#8221; dessa tal de Web 2.0 está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é Web 2.0 pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;bum!&#8221; dessa tal de <em>Web 2.0</em> está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é <em>Web 2.0</em> pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e web services. Mas calma! Vamos respirar fundo e pensar onde tudo isso pode nos levar. Todas essas tecnologias e novidades são ótimas e com certeza elas já estão fazendo parte do nosso dia-a-dia. Precisamos saber o que está faltando e como aprimorar a Web. A aceleração tecnológica na internet &#8211; como também da comunicação &#8211; impulsionada até agora pela quantidade, chega ao seu termo, onde já é preciso um adicional qualitativo que organize, dê sentido, coordene integralmente a Web com a comunicação em todos os sentidos (o efeito invariável do processo pelo desenvolvimento da interatividade do qual não só assistimos como dele fazemos parte). E como falar de comunicação sem essa organização, sem o elemento semântico? Cada palavra real é uma chave-símbolo; cada ponto, a marcação das coordenadas no espaço e no tempo da frase e daquilo a que ela se refere. É impossível qualquer comunicação sem essa ordem. Logo a Web pedirá convenções como a linguagem real, um dia, pediu as suas (a passagem da forma falada para a forma escrita). Pedirá porque a comunicação virtual a integrará dentro de si.</p>
<p>Independente de qual tecnologia dos servidores está sendo usada, devemos nos preocupar com o quê o navegador está disponibilizando aos usuários! E é ai, exatamente nesse ponto, que entram os padrões Web (<em>Web Standards</em>), e assim começa a nossa conversa.</p>
<p>O W3C, responsável por criar os <em>Web Standards</em>, desenvolve tecnologias focadas no <em>client-browser</em>, para que com isso seus produtos possam se relacionar diretamente com os usuários, e tudo isso sem fins lucrativos.</p>
<p>Então pense: o que temos até agora é uma Web cheia de interatividade e os vários padrões e diretrizes totalmente focados nos usuários. Podemos integrá-los!</p>
<p>A idéia: unir essas duas ideologias focando em obter resultados que sejam agradáveis a todos, e com isso levar a Web ao seu potencial máximo.</p>
<p>O futuro da Web está relacionado com padrões e semântica. A nossa querida <em>Web 2.0</em> necessita de padrões, e o momento tão esperado que estamos aguardando é quando ela vai estar harmonizada com os <em>Web Standards</em>. Aí então estaremos na nova geração da Web: a famosa <em>Web 3.0</em> será o período onde a preocupação serão os dados semânticos.</p>
<p>A <em>Web 2.0</em> e os <em>Web Standards</em> se relacionam perfeitamente. Afinal, toda essa história de <em>Web 2.0</em> e <em>Web 3.0</em> já existe há muito tempo &#8211; apenas não foi muito aplicada e reconhecida. Igual à história do <em>Ajax</em>, que já existia há alguns anos, antes mesmo de ser titulado como <em>Ajax</em>.</p>
<p>Querendo ou não, dado o futuro da internet, eis o que há de ser feito:</p>
<p><strong>Web 2.0:</strong> Relacionamento e colaboração do usuário.</p>
<p>Unida com</p>
<p><strong>Web Standards:</strong> algo mais organizado, acessível, simples e semântico.</p>
<p>Pronto. Simples assim, está perfeito.</p>
<p>Todos vão sair ganhando: seja eu, você, usuários, clientes, patrões, programadores, designers, etc.</p>
<p>Enfim, como todos vão lucrar, muitos já estão se preocupando com isso. Algumas empresas já estão se adequando a essa geração.</p>
<p>E você, já está se preocupando também ou quer ser considerado uma obra de museu???</p>
<p>(Texto publicado originalmente no site <a href="http://www.webstandards.blog.br">Web Standards Blog</a>)</p>
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