03/07/2008 - 11:29 - SEM, Negócios, Tendências, Geral, SEO
O rápido crescimento nos canais de comunicação e o alto volume de dados disponibilizados na web têm motivado várias empresas, nos últimos anos, a se preocuparem não apenas nas informações e conteúdos que são publicados na rede. Essas empresas apostam cada vez mais em tecnologia e com isso esperam obter, pelo menos, um bom posicionamento em resultados de buscas na internet. Mas como fazer para saber se há visitas em seu site, como saber o que as pessoas que acessam seu site procuram, ou o que deve ser mudado para melhorar o acesso e satisfazer tanto o internauta como o cliente?
Para o publicitário Willie Taminato, coordenador de SEO e conteúdo da Mídia Digital, há dois tipos de preocupações do cliente na hora de contratar uma empresa para o trabalho de otimização de um site. A primeira é “se eu contratar seu serviço, qual a garantia de ter os melhores resultados na busca orgânica (não paga) e de estar nas primeiras posições?”. A segunda seria recorrente aos tipos de modificações que serão sugeridas para que essa melhoria ocorra.
Sobre a primeira preocupação, Willie Taminato disse que o posicionamento da equipe de SEO da Mídia é de não garantir nenhum ranking ou posição determinada e, de forma transparente, explicar passo a passo o que seria necessário para que os buscadores possam identificar os principais termos de um site e colocá-lo nas melhores posições dos resultados orgânicos. Nesse caso, Willie explica que o trabalho da equipe é baseado em aplicação de melhores práticas e, historicamente, tem havido bons resultados em médio/longo prazo. Caso o cliente queira uma posição específica e um resultado em curto prazo, sempre há a possibilidade de investimento nos links patrocinados que, combinado com o trabalho de SEO, pode trazer excelentes resultados para um site.
Já para as possíveis modificações sugeridas para a melhoria de um site, Willie diz que “as recomendações são personalizadas para cada website. Em alguns casos, os sites estão estruturados de uma forma em que algumas orientações de SEO não seriam práticas. Nesse ponto, procura-se sempre tentar identificar as principais oportunidades, com fácil aplicação e que podem trazer o maior resultado de SEO possível, sempre em conjunto com o cliente. Recomendamos também que o acompanhamento de SEO seja feito logo no início do processo de redesenho ou criação de um site.”
Nos trabalhos de otimização feitos pela equipe de SEO da Mídia Digital, são utilizados indicadores focados em 3 pilares:
- Indexação de páginas (quantas páginas do site os buscadores conseguem reconhecer e armazenar em sua base de dados);
- Conteúdo (como os buscadores classificam - por palavras-chave - as páginas que consegue indexar);
- Ranking (qual a relevância da página para os buscadores para que ela apareça nas melhores posições nos resultados de busca).
Willie recomenda ainda que, antes do início dos trabalhos de otimização, seja feita uma “fotografia” dos indicadores de SEO para que, no final do processo, possa ser feita uma análise da efetividade da otimização. “Além disso, uma boa prática é implementar uma alteração de cada vez e mensurar semanalmente os indicadores para ver que tipo de modificação é mais efetiva. Por isso, uma informação importante: SEO traz resultados a médio e longo prazo, mas o trabalho e monitoramento devem ser feitos constantemente”.
Por Patricia ZgodaFeed do artigo
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24/06/2008 - 10:42 - Tecnologia, Tendências, Geral, Clientes, Mercado
A Mídia Digital inova mais uma vez no sentido de aprimorar os produtos e serviços para seus clientes. A empresa possui agora um novo setor voltado especialmente para o desenvolvimento de Gadget Ads e Widgets para desktops. A iniciativa amplia o leque de negócios para soluções interativas, e a expectativa é que a nova área seja responsável por 15% do faturamento da empresa até 2009.
Tiago Luz, gerente de Search, Mídia On-line e Data Intelligence da Mídia Digital, será o coordenador da área. Ele vai gerenciar um time de programadores dedicados exclusivamente a essa função, além de uma equipe comercial atuando em Curitiba e São Paulo. A nova divisão da Mídia Digital contará também com uma “fábrica de idéias”, grupo voltado aos estudos de novos Gadgets e Widgets, além de um laboratório de testes para os produtos desenvolvidos.
Desde o início deste ano, a Mídia Digital já desenvolve projetos nessa área para clientes como HSBC, Tecnisa, Atec, Merck, Johnson & Johnson e Sack’s. A grande procura por esses produtos motivou a criação dessa nova divisão da empresa. O alto grau de interatividade e a disponibilização de um número maior de informações são os principais diferenciais dessas duas ferramentas.
Os Gadget Ads são anúncios veiculados na rede de conteúdo do Google, Yahoo, MySpace, entre outros. Funcionam como “sites dentro de sites”, e permitem a criação de conteúdo sofisticado e interativo dentro de pequenos espaços, como vídeos, jogos e aplicativos produzidos com tecnologias Flash e AJAX.
Nos mesmos moldes, os Gadgets ou Widgets para desktop podem ser instalados nas plataformas Windows, Mac ou no Google Desktop. Nesse caso, o cliente entra em contato com a marca apenas ligando seu computador, sem precisar estar conectado à internet.
Veja abaixo um exemplo de gadget criado pela Mídia Digital para a Tecnisa:
Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo
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20/06/2008 - 17:38 - Tecnologia, Negócios, Eventos, Geral
A Mídia Digital esteve presente no “Treinamento Innovation Lab: Especial para Agências Web - Expression, Silverlight e Tendências”, realizado nos dias 04, 05 e 06 de junho, no Centro de Inovação Microsoft, em São Paulo.
O evento foi promovido pela Microsoft – Partner Program e teve como principal objetivo introduzir o uso de produtos Expression Design, Blend 1.0 e Silverlight.
Juliana Baptista, analista de sistemas e desenvolvedora .net, e Ricardo Simioni, desenvolvedor ActionScript e designer, foram os profissionais que representaram a Mídia Digital no evento.
Em Curitiba, Juliana e Ricardo aproveitaram para apresentar, para a equipe de tecnologia e desenvolvimento Flash da Mídia Digital, todas as informações sobre as ferramentas do Expression Studio e do novo plug-in Silverlight da Microsoft.
Juliana explicou que o Silverlight é uma tecnologia que possibilita a integração entre o trabalho de designers e desenvolvedores. O desenvolvedor pode utilizar seus conhecimentos em .NET, e usar o Visual Studio 2008 como ferramenta de programação. O designer pode reaproveitar seus conhecimentos em Photoshop e Flash, pois as ferramentas do Expression Studio são facilmente dominadas por profissionais que já conhecem as ferramentas da Adobe.
Segundo Juliana, desenvolvedores que utilizam a plataforma Microsoft.Net não terão que aprender muito a mais para trabalhar com a nova tecnologia. Usar o Silverlight para desenvolver novos projetos não será uma tarefa tão difícil para esses profissionais.
Ricardo Simioni comenta que, para quem desenvolve com Flex para o Flash Player, a estrutura de aplicação e a inclusão de controles de forma declarativa permanecem muito similares. A maior mudança é a codificação da lógica dos aplicativos em outras linguagens, como o .NET. “O fluxo de trabalho do Silverlight é de fácil adaptação, mesmo para desenvolvedores que vêm de fora do ambiente de desenvolvimento da Microsoft”, diz Ricardo.
É a Mídia Digital inovando cada vez mais em conhecimento e soluções para seus clientes.
Por Patricia ZgodaFeed do artigo
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30/05/2008 - 15:10 - Geral, Clientes, Prêmios
A Mídia Digital foi a vencedora do Grand Prix de Comunicação Digital do Clube de Criação do Paraná. A campanha premiada foi “Natal no Palácio Encantado”, realizada para o banco HSBC. Entre os dias 17 e 18 de maio, a comissão julgadora do CCPR avaliou 852 trabalhos criados por agências paranaenses em 13 categorias. A premiação do Clube de Criação elegeu as principais peças que irão compor o 5º anuário da entidade, e apenas duas campanhas foram agraciadas com o Grand Prix.
A campanha foi 100% desenvolvida em Flash, e explorava o lado divertido e mágico da casa do Papai Noel, trazendo dicas de receitas natalinas, cartões de Natal customizáveis, widgets temáticos, entre outros atrativos. Também foi realizado um concurso que premiou o melhor final para um conto de Natal do Papai Noel.
A Mídia Digital agradece mais essa conquista, em especial ao Banco HSBC, que deu total liberdade para a nossa equipe criar e desenvolver a campanha de Natal 2007. Um grande incentivo para continuarmos a desenvolver trabalhos de excelente qualidade para todos os nossos clientes, buscando o aprimoramento contínuo de nossos serviços com novas idéias e tecnologias.
Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo
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14/05/2008 - 10:28 - Geral, SEO
Você sabe como fazer para que um site apareça em primeiro lugar na lista de busca dos principais sites de pesquisa: Google, MSN Search ou Yahoo?
Para que isso aconteça, é necessário que existam palavras-chave que retornem as buscas para os sites que tenham maior relevância. E para que as posições sejam melhoradas a cada dia foi criado o SEO (Search Engine Optimization), cuja função é a de melhorar o posicionamento de uma página na Web por busca natural não paga desses principais sites. Para isso, usa-se a análise de páginas e o trabalho do Link Building. A finalidade é tornar as páginas dos sites acessíveis ao sistema de leitura e indexação dos buscadores.
O trabalho do SEO pode ser dividido em duas grandes partes: elementos on-page (internos) que são pontos relacionados à estrutura do site, como URLs claras, títulos de página não repetidos e a correta utilização de tags HTML, e elementos off-page (externos), que é a parte que analisa como é a relação do site com outros sites da Web.
E o que é o Link Building (LKB)?
É uma das etapas mais importantes do processo de SEO, pois é a ação de criação e distribuição de links pela Web.
Como os motores de busca funcionam basicamente mapeando os links que apontam e saem de cada página para então classificá-las, cabe ao trabalho de LKB promover o site acima da concorrência, além de melhorar a confiança do Google sobre a página na avaliação de Page Rank (conjunto de algoritmos usado que determina a relevância de uma página na Web). É preciso deixar claro que isso acontece apenas quando feito em técnicas lícitas e honestas, os chamados trabalhos White Hat. Outra vantagem do LKB é melhorar os posicionamentos e mais acessos gratuitos.
Quanto mais links de qualidade um site possui apontando para ele, melhor sua reputação e, conseqüentemente, melhor seu posicionamento.
CLIENTES
Um dos maiores clientes da equipe de SEO da Mídia Digital é o BuscaPé, o maior portal de anúncios classificados da América Latina. Desde 2007, a equipe realiza a otimização na busca orgânica e das páginas do site, além de serviços de análise de nomenclatura das URLs, redefinições das tags (informações colocadas em uma página HTML), arquitetura interna dos links e a reestruturação de todo o conteúdo de redação.
Outro cliente que rendeu a Mídia Digital muita experiência foi a Construtora Tecnisa, líder em Construção Civil de São Paulo. Cliente desde 2006, a Tecnisa é um dos cases de sucesso da equipe de SEO. As ações de otimização e criação de meta tags para todos os imóveis, páginas dos sites, estrutura interna dos links, blog e press releases da empresa resultou no aumento considerável no número de links que apontam para o site e no acesso de buscas orgânicas da empresa, o que fez aumentar diretamente também as vendas dos empreendimentos da empresa.
Há dois ou três anos, tudo isso era novidade para todo o mundo. Na Mídia Digital a primeira conta de SEO foi fechada em 2006, e hoje, a própria difusão no mercado já faz com os clientes percebam a necessidade de melhorar a posição do seu site nos buscadores.
Essa é uma área que deve ser levada a sério, e a Mídia Digital leva!
Por Uanilla PivetaFeed do artigo
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27/02/2008 - 10:42 - Web 2.0, Tendências, Geral, Web Standards
O “bum!” dessa tal de Web 2.0 está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é Web 2.0 pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e web services. Mas calma! Vamos respirar fundo e pensar onde tudo isso pode nos levar. Todas essas tecnologias e novidades são ótimas e com certeza elas já estão fazendo parte do nosso dia-a-dia. Precisamos saber o que está faltando e como aprimorar a Web. A aceleração tecnológica na internet - como também da comunicação - impulsionada até agora pela quantidade, chega ao seu termo, onde já é preciso um adicional qualitativo que organize, dê sentido, coordene integralmente a Web com a comunicação em todos os sentidos (o efeito invariável do processo pelo desenvolvimento da interatividade do qual não só assistimos como dele fazemos parte). E como falar de comunicação sem essa organização, sem o elemento semântico? Cada palavra real é uma chave-símbolo; cada ponto, a marcação das coordenadas no espaço e no tempo da frase e daquilo a que ela se refere. É impossível qualquer comunicação sem essa ordem. Logo a Web pedirá convenções como a linguagem real, um dia, pediu as suas (a passagem da forma falada para a forma escrita). Pedirá porque a comunicação virtual a integrará dentro de si.
Independente de qual tecnologia dos servidores está sendo usada, devemos nos preocupar com o quê o navegador está disponibilizando aos usuários! E é ai, exatamente nesse ponto, que entram os padrões Web (Web Standards), e assim começa a nossa conversa.
O W3C, responsável por criar os Web Standards, desenvolve tecnologias focadas no client-browser, para que com isso seus produtos possam se relacionar diretamente com os usuários, e tudo isso sem fins lucrativos.
Então pense: o que temos até agora é uma Web cheia de interatividade e os vários padrões e diretrizes totalmente focados nos usuários. Podemos integrá-los!
A idéia: unir essas duas ideologias focando em obter resultados que sejam agradáveis a todos, e com isso levar a Web ao seu potencial máximo.
O futuro da Web está relacionado com padrões e semântica. A nossa querida Web 2.0 necessita de padrões, e o momento tão esperado que estamos aguardando é quando ela vai estar harmonizada com os Web Standards. Aí então estaremos na nova geração da Web: a famosa Web 3.0 será o período onde a preocupação serão os dados semânticos.
A Web 2.0 e os Web Standards se relacionam perfeitamente. Afinal, toda essa história de Web 2.0 e Web 3.0 já existe há muito tempo - apenas não foi muito aplicada e reconhecida. Igual à história do Ajax, que já existia há alguns anos, antes mesmo de ser titulado como Ajax.
Querendo ou não, dado o futuro da internet, eis o que há de ser feito:
Web 2.0: Relacionamento e colaboração do usuário.
Unida com
Web Standards: algo mais organizado, acessível, simples e semântico.
Pronto. Simples assim, está perfeito.
Todos vão sair ganhando: seja eu, você, usuários, clientes, patrões, programadores, designers, etc.
Enfim, como todos vão lucrar, muitos já estão se preocupando com isso. Algumas empresas já estão se adequando a essa geração.
E você, já está se preocupando também ou quer ser considerado uma obra de museu???
(Texto publicado originalmente no site Web Standards Blog)
Por Gustavo KrauseFeed do artigo
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30/01/2008 - 13:54 - SEM, Negócios, Geral, Clientes, Mercado, SEO
A Mídia Digital mais uma vez ganha o reconhecimento e a aprovação de seu trabalho. A agência acaba de receber a qualificação do Google em Analytics. Essa conquista é resultado de um trabalho intenso onde comprovamos todos os resultados obtidos para nossos clientes, através da ferramenta Google Analytics.
Para uma agência full service como a Mídia Digital, focada em resultados, torna-se fundamental uma análise precisa e detalhada de métricas como ações de planejamento, mídia on-line, SEM, SEO, conversões, vendas, entre outras. O selo de qualidade do Google Analytics qualifica nosso trabalho nessas avaliações e em todas as etapas de um projeto web. Com o suporte de uma agência com esse selo, nossos clientes só tendem a ganhar com o máximo de benefícios que a ferramenta oferece.

Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo
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19/12/2007 - 15:50 - Usabilidade, Reflexão, Geral, Arquitetura da Informação
Para aqueles que já seguem as melhores práticas de usabilidade, de acessibilidade, de amigabilidade, de encontrabilidade e de tantas outras “dades” aplicadas na web, este artigo possivelmente não trará novidades. Porém, sempre é bom lembrar que “canja de galinha não faz mal a ninguém”. Não se espante caso ao final do artigo você chegue a seguinte pergunta: era sobre Arquitetura de Informação ou sobre Usabilidade, etc.?
A resposta é simples. Não existe Arquitetura de Informação (AI) sem considerar esses fatores. Todas essas questões estão amplamente interligadas. Isso se dá a tal ponto que às vezes é difícil distinguir onde uma começa e onde a outra termina. A Arquitetura de Informação através de seus métodos e de toda essa interdisciplinaridade é quem vai apontar os caminhos para o aumento de performance. Pela idéia de aumentar performance pode-se deduzir que um site tem um resultado X e naturalmente quer elevá-lo N vezes. Para esse aumento, basta você fornecer aos usuários de forma simples, intuitiva, envolvente e acessível todas as informações e funções oferecidas pelo seu site.
A questão é: como fazer isso?
Na arquitetura de informação, procuramos traduzir o complexo mundo das interações disponibilizadas pelas tecnologias, para o simples dia-a-dia de quem potencialmente vá usá-las. A AI se vale de critérios embasados no estudo do comportamento dos usuários para apontar os melhores caminhos e soluções a serem adotadas para a tal tradução que citei há pouco, e conseqüentemente para o aumento de performance.
O estudo do comportamento dos usuários pode ser feito de várias maneiras, como pesquisa etnográfica, teste de usabilidade, cardsorting, análise de folksonomias, levantamento de perfis, etc. Esses estudos podem se dar de forma casual ou contínua. A diferença básica entre essas duas formas é o tempo empregado na análise e na compreensão do mundo dos usuários. O estudo contínuo pode ser exemplificado com o trabalho do Arquiteto de Informação que procura monitorar as tendências dos usuários; ou seja, ele acompanha continuamente a movimentação comportamental dos mesmos, e dessa forma obtém informações sobre as preferências e costumes desses usuários. Caracteriza-se principalmente como um trabalho de pesquisa em longo prazo. Já no estudo casual o trabalho realizado geralmente se restringe a uma demanda específica como, por exemplo, avaliar junto a uma amostra do público-alvo o quão usável está um sistema submetendo-o a testes de usabilidade. Isso eu acredito que todo mundo sabe, mas o que me espanta é que estou neste mercado há um bom tempinho e até hoje me deparo com a frase “não dá tempo de fazer testes”.
Jakob Nielsen, apontado como guru da usabilidade na web, disse em uma entrevista a um jornal brasileiro que a usabilidade está cada vez mais popular simplesmente porque ela prova como um site sem foco no usuário pode ser prejudicial ao bolso e prestativo à concorrência. Foco no usuário é o desenvolvimento de um site ou de um sistema no qual a participação do público-alvo está envolvida desde o surgimento da idéia até a publicação da mesma.
Simples, não? Porém, mesmo isso sendo simples, muitas vezes acaba sendo ignorado ou mesmo esquecido. Para representar projetos criados sem foco no usuário costumo usar o termo “euSite”. Neles, praticamente apenas o dono do site e um grupo bem restrito de usuários sabem usar com sucesso todo o potencial do site. É importante lembrar que a figura do “euSite” não representa que todo site está errado e sim que uma ou muitas funções dispostas nele foram criadas sem foco no usuário. A queda de performance do site está intimamente ligada a todas as funções existentes que tentamos usar e não conseguimos, a todas as informações que procuramos e não achamos nem se apelarmos para o mapa do site.
O caminho para o aumento de performance é único: foco no usuário.
(Artigo publicado originalmente no site da JumpExec)
Por Melqui Jr.Feed do artigo
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06/12/2007 - 10:07 - Negócios, Reflexão, Geral, Clientes, Mercado
Mais um ano se vai e outro que nasce. É comum as pessoas criarem expectativas quanto ao novo ano. Querem entrar com o pé direito e ter em mente novas perspectivas e objetivos.
Se na vida pessoal é assim, no ambiente empresarial não poderia ser diferente. A cada ano as empresas implantam novos sistemas, funcionários e medidas para atingir metas e alcançar o sucesso.
A Mídia Digital também quer entrar no ano de 2008 com novas perspectivas, e finaliza 2007 com grandes conquistas, prêmios, clientes satisfeitos e mudanças estruturais.
A palavra “mudança” sempre soa como algo desconhecido que se aproxima, e a maioria das pessoas não se sente à vontade para trocar o certo pelo incerto. Mas de modo geral, a mudança deve ser vista como uma transformação, uma alteração no percurso que traz aspectos novos e diferentes.
As alterações propostas e concretizadas na Mídia Digital são resultados de pesquisas e estudos em estruturas de outras empresas, avaliando-se a efetividade funcional das mesmas para então encontrar uma estrutura ideal e funcional para a Mídia Digital e seus funcionários.
A partir dessa reestruturação interna, antigos setores como Criação, Produção e Tecnologia foram transformados em “células”, que agora passam a atender clientes específicos e não mais atividades específicas. O profissional da Mídia Digital pode se dedicar em maior escala para o cliente que a sua “célula” atende, diminuindo a sobrecarga dos antigos setores. Todas as equipes, ainda que separadas, são interdependentes, e é essa conexão que faz o trabalho fluir com rapidez e com a sinergia que se necessita diariamente.
A visão muda num mercado globalizado. É hora de adaptar a empresa às necessidades de seus clientes e funcionários. As empresas caminham para um patamar elevado e podem se aperfeiçoar em várias dimensões de desempenho ao mesmo tempo. Mudar, adaptar e entender que cada funcionário deve compreender seu papel dentro da empresa e reconhecer a repercussão dos resultados de seu trabalho: essa é a visão do futuro.
Por Romi OyamaFeed do artigo
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04/12/2007 - 15:52 - Mídia Interativa, Reflexão, Tendências, Mídia Participativa, Geral
Já foi dito que o indivíduo é um reflexo de seu tempo. Na era da informação em que vivemos, essa imagem tem ficado mais nítida nos últimos anos. Estamos falando de uma nova geração nascida e/ou criada junto com a internet, onde o processo de leitura não tem linearidade. São jovens na faixa dos 20 anos ou menos, que desdobram seu browser em diversas abas ou janelas, conversam com várias pessoas on-line através de um instant messenger, ouvem música num mp3 player ou assistem à TV, tentam estudar ou trabalhar… Tudo isso ao mesmo tempo, sem contar o celular que fica por perto na espera de qualquer ligação, e que também pode ser usado para acessar a internet. Multiplicam suas atenções para acompanhar, ou tentar acompanhar, a intensa velocidade do mundo moderno. Geração Internet, iGeração, NetGen (Net Generation), Geração D (Digital), Geração Agora. Os nomes são diversos, e talvez por essa mesma diversidade que a melhor definição acabe sendo Geração M: multiatarefados, multiconectados, multiestimulados, multi-informados.
O ser humano sempre soube fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Corremos no parque ao som de um mp3 player no ouvido, almoçamos assistindo à TV, falamos ao telefone e fazemos anotações em algum papel… Porém, nossa concentração não consegue acompanhar essa simultaneidade, e qualquer mudança de rumo em uma dessas ações exige o “desligamento” da outra. Concentração e reflexão exigem trabalho intelectual, e certa paciência que a geração M não tem. Esse novo público absorve informação de forma mais direta e objetiva, além de ter mais controle e liberdade de escolha sobre o conteúdo que recebe.
Existem poucos estudos publicados sobre esse comportamento. O mais conhecido deles, e responsável pela criação do termo “Geração M”, foi realizado pela fundação norte-americana Kaiser Family em 2005 (disponível aqui). Ainda é cedo pra afirmar se essa forma de aprendizagem “multi” é realmente eficiente. Muitos criticam que os jovens de hoje estão cada vez mais entocados em suas teias particulares, cercados por tantas maravilhas tecnológicas. Outros enxergam nesse público um dinamismo fascinante em conhecer e acompanhar o mundo frenético que nos rodeia. No meio dessa controvérsia, é sempre bom lembrar que o exagero desses estímulos de informação é viciante e exaustivo, e que uma pausa ou “desligada” de vez em quando ajuda a organizar melhor as idéias.
É compreensível que as gerações mais velhas encarem com certo receio e estranheza essa mudança de comportamento. Mas o que no começo é visto como “coisa de adolescente” logo acaba fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa. A “máquina de fazer doido” dos novos tempos é multifacetada, e a Geração M tem muito a ensinar sobre o manual de instruções dessa máquina.
Por Luís Guilherme RodriguesFeed do artigo
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